Corrupção? Solução: eleições

A internet é fantástica.

Podemos revisitar a história da humanidade com um simples teclar. Olhando aqui e ali encontrei uma citação feita a 2.068 anos mas que é muito atual para nossa realidade brasileira.

Leiam e reflitam:

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Estamos próximos de uma nova eleições e o povo tem vindo às ruas pedindo mudanças e novos comportamentos.

Qualquer coisa é motivo para brigas e discussões. As pessoas perderam o senso do ridículo e até para entrar na fila do supermercado estão batendo boca. Estamos vivendo uma era da intolerância e algo tem que ser feito.

Estamos todos de “saco cheio” e qualquer coisa ultrapassa nossos limites. E essa frustração coletiva tem muito a ver com os exemplos que estamos recebendo de nossos políticos e governantes.

Algo tem que ser feito. Não podemos aceitar que joguem no lixo paradigmas constitucionais de uma boa Política por interesses espúrios de manutenção no poder e nos acertos facilitadores das mais deslavada corrupção.

Temos repensar a reeleição em todos níveis, a igualdade e profissionalização dos cargos públicos.  Sabem como foi escolhido o Presidente do Banco Central da Inglaterra foi escolhido através de um concurso aberto ao todos interessados e acabou sendo escolhido um cidadão canadense que tinha as melhores qualificações.

Nas próximas eleições vamos renovar o Congresso em 2/3, é hora de pensarmos bem antes de votarmos. Conhecer a posição e a história dos candidatos é fundamental para mudarmos essa situação que estamos vivendo.

Não vote porque alguém pediu e só vote em candidato limpo.

É hora de mudar ou você prefere viver os próximos 4 (quatro) anos reclamando dos políticos e da vida?

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Você tem WhatsAppitis?

Você tem WhatsAppitis?  celular 03

Não sabe o que é isso?

Pois é, eu também não sabia. Uma notícia nesta semana me chamou atenção: uma médica espanhola descreveu na publicação médica “The Lancet” o primeiro caso do que chamou de WhatsAppitis – dor na região do pulso e tendinite no dedão que foi causado pelo uso intenso do aplicativo de troca de mensagens WhatsApp.

O texto não informa se a paciente melhorou, mas alerta que a tenossinovite (inflamação da bolsa sinuvial que contorna o tendão, especialmente dos dedos) causada pelo uso de telefones celulares pode ser um problema em ascensão.

informacaoMas talvez essa nova doença não seja a pior consequência. Nesta era da informação estamos todos perdendo o foco e entramos na era da distração e isso é muito grave.

Com o excesso de informação disponível que o acesso fácil às redes sociais, celulares, ipads tudo nos distrai, desviando nossos pensamentos para longe do que estamos fazendo, devemos fazer e principalmente viver.

Não conseguimos ter foco!

Somos bombardeados por fotos, vídeos, mensagens instantâneas, de uma notícia para outra, de um vídeo para outro e quando vemos o dia acabou, deixamos de fazer muitas coisas que deveríamos fazer. O que não percebemos é que com isso deixamos alguém esperando uma resposta, deixamos de dar atenção a quem devíamos, cometemos muitos erros pela falta de atenção e concentração.

Será que deixar de ler o que tem de novo no Facebook é mais importante do que a tarefa que temos obrigação de fazer com perfeição?

celular 02Conheço gente que não consegue passar mais de alguns minutos sem checar sua caixa de mensagens, suas páginas nas redes… e vivem num mundo da mais alta distração.

Por que viajar o tempo todo, o dia todo com nossos pensamentos para lugares distantes e nem sempre de acordo com o que pensamos?

Por que não se concentrar e dar atenção ao momento presente?

Precisamos reaprender a ter atenção, a ter concentração, a ter foco.

celular 05Hoje em dia jovens e adultos estão viciados nessa nova “droga”. São prisioneiros das redes sociais, da velocidade da informação e passam o tempo todo curtindo, compartilhando, blogando, postando, tuitando, etc., o que estão fazendo, mas não vivem o momento e nem estão realmente presentes onde estão fisicamente.

É realmente estranho sentar num barzinho e ver um grupo de jovens todos com seus smartphones na mão conversando e se comunicando com pessoas que não estão na sua frente.

Vejo ainda almoços de família em que todos se voltam para seus celulares e se despedem sem praticamente conversar.

celular 01Nas empresas as pessoas estão perdendo a capacidade de se dirigir ao outro e falar. Muitos problemas poderiam ser resolvidos com uma simples troca de opinião verbal, ao vivo, frente a frente em vez de dezenas de mensagens que entulham caixas postais que  geram desinformação.

Estamos perdendo a capacidade de conversar, olhando nos olhos, rindo das expressões e dos movimentos de mãos. Precisamos retomar o hábito da conversa prestando atenção nas pessoas, no que estão fazendo e com quem estamos conversando.

Que tal fazer uma reflexão sobre o assunto e ver que é HORA DE MUDAR?

Vamos viver a vida, vivê-la com intensidade e foco.

Vamos viver o momento, deixarmos de viver a vida dos outros, de sermos repórter da nossa vida e voltarmos a ser o protagonista.

Não se deixe contaminar . . .

Momentos difíceis estamos todos vivendo.

O que falar quando o mundo virou um grande quintal e recebemos uma carga enorme de informações de todo mundo e na sua grande maioria desanimadoras de desastres, desgraças, mortes, guerras, terrorismo, etc..?

Eis que tomo conhecimento de um texto exatamente sobre o assunto escrito pelo Mestre Luiz Marins que compartilho abaixo com vocês. Vale a pena ler.

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Não se deixe contaminar . . .

Luiz Marins – Consagrado escritor, consultor e conferencista, referência nacional em motivação. Fundador da  Anthropos Consulting é a primeira empresa mundial de Antropologia Empresarial. Fundada em 1984, utiliza os métodos da antropologia para estudar e propor soluções criativas e adequadas à realidade cultural e social das empresas e organizações visando o seu completo desenvolvimento e obtenção de resultados voltados para o mercado em que atuam.

Luiz Marins – Consagrado escritor, consultor e conferencista, referência nacional em motivação. Fundador da Anthropos Consulting é a primeira empresa mundial de Antropologia Empresarial. Fundada em 1984, utiliza os métodos da antropologia para estudar e propor soluções criativas e adequadas à realidade cultural e social das empresas e organizações visando o seu completo desenvolvimento e obtenção de resultados voltados para o mercado em que atuam.

 

 

É tanta notícia ruim no mundo e no Brasil que corremos um sério risco de nos deixar contaminar a ponto de perder a esperança até mesmo no ser humano.

É mensalão, corrupção, Síria, Irã, Israel, Egito, Ucrânia, Venezuela, Argentina, greve de garis no carnaval, estádios que desabam, crise de energia, aeroportos que não ficam prontos e estamos a menos de 100 dias da Copa e tudo o mais que você e eu assistimos e lemos todos os dias.

 

O que fazer?

É claro que não advogo que vivamos alheios aos problemas do Brasil e do mundo, mas temos que manter o equilíbrio necessário para continuar trabalhando, fazendo as coisas certas do dia a dia e lembrar de nossas responsabilidades mais próximas de nós.

Temos sim que agir, mas no momento certo e da forma democrática que nos cabe como cidadãos, ou seja, pelo voto, pelas formas civilizadas de protesto. Do contrário apenas pioraremos o que já está ruim.

Temos que lembrar que a vida continua e que temos que produzir, atender clientes, tratar bem as pessoas, enfim, fazer o melhor que pudermos para construir uma nação mais honesta e um mundo melhor.

O problema é que vivemos num mundo tão conectado que sentimos o problema da Ucrânia como se fosse no nosso bairro.

Ficamos indignados com coisas que acontecem em países e lugares que num passado muito recente sequer tínhamos conhecimento de sua existência.

O que estou querendo dizer é que temos que tomar muito cuidado para não nos perder nesse mundo de informação sobre fatos e coisas que não dependem de nós e deixar de fazer o que realmente só depende de nós.

Vejo pessoas discutindo a crise da Ucrânia e deixando de atender o telefone que está tocando sem parar com um cliente do outro lado da linha.

Vejo pessoas indignadas com a corrupção e exigindo favores pouco éticos de seus fornecedores.

Vejo pessoas criticando a sujeira das ruas ao mesmo tempo em que jogam lixo nas ruas, nos rios, etc.

O que quero dizer é que é preciso corrigir o mundo, mas é preciso também que cada um pelo menos cumpra o seu dever no dia a dia, nas coisas simples.

E o perigo que corremos é o de nos deixar contaminar por tanta notícia ruim e acreditar que nada temos a fazer para melhorar e mudar essa dura realidade.

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Pense nisso. Sucesso!

Kd us homi? (tradução: Onde foram parar os homens?)

 

carnaval 2014Nesta semana de carnaval duas reportagens me chamaram atenção e as duas referentes ao dilema do homem atual.

Numa reportagem sobre os blocos de ruas de São Paulo as garotas entrevistadas reclamavam:

“Quanto riso, oh, quanta alegria, mais de mil palhaços… nos blocos de rua, mas quase nada de beijo na boca”.

O refrão “beija eu, beija eu, beija eu, me beija” era o grito de guerra. Com um público “diversificado”, gente bonita, descolada e gringos reclamavam:

“Os homens estão devagar”, queixavam-se. “Estou aqui há mais de duas horas. E não beijei ninguém.”

As mais otimistas tentavam pôr “panos quentes” na conversa dizendo que ainda era cedo e que esperavam até o final “beijar muito” o que logo era retrucado rapidamente:

“É, amiga, mas em uma hora de Parada Gay eu já tinha beijado uns dez”.

Outras afirmavam que o bloco estava em marcha lenta, mas ponderava:

“Sou muito exigente e chata. Agora, quando pego, é para arrasar.”

O homem que encostava para ouvir a conversa saiu-se com esta: “Esse pessoal pode até começar exigente, mas depois de umas e outras…”.

Uma que acabava de chegar comentou: “É o mar não está pra peixe”. Duas horas de folia depois a maré continuava na baixa. “É Carnaval, não sou obrigada a ficar no zero a zero”, criticou.

As que tinham vindo de longe à procura de um Carnaval “animadinho” decepcionou-se com o que viu: “Não é porque fiquei em São Paulo, enquanto meus amigos viajaram que vou amargar nessa seca”.

As mais inconformadas eram mais críticas na tentativa de uma explicação para tal fenômeno: “É o Carnaval coxinha de São Paulo”, disse. “Não tem praia, não tem tesão.”

O único ser que parecia entender a linguagem delas era um ambulante ostentava uma placa: “aceito todos os cartões internacionais” e gritava a seguinte frase: “E falo a sua língua. Se a moça for bonita, ela ainda ganha um beijo”.

O carrinho de bebidas estava abarrotado de garotas — todas pagavam em “dinheiro vivo”.

Kd us homi?

camille paglia

 

Camille Anna Paglia (Endicott, Nova Iorque, 2 de abril de 1947) é uma ensaísta e escritora americana. Paglia é uma intelectual de contradições apenas aparentes: uma ateísta que respeita a religião  e uma classicista que defende tanto a arte elitista quanto a popular com uma visão de que o ser humano tem uma natureza irresistivelmente dionisíaca, especialmente no aspecto mais selvagem e obscuro da sexualidade humana

Numa outra entrevista na revista Veja da semana, a polemica, mas sempre com pontos de vista interessantes a escritora americana Camille Paglia tentava explicar esse momento:

“Nós sufocamos os homens”.

E explica que a prevalência dos valores femininos nas casas, nas escolas e nos governos “apagou” a masculinidade do mapa e deixou os homens perdidos.

E mais: “As mulheres pedem que aos homens que eles sejam o que não são e, quando eles se tornam o que não são, elas não os querem mais”.

Quando perguntada se os homens estão mais frágeis respondeu:

“A masculinidade tradicional está numa encruzilhada. O que os homens podem ser? Como eles podem se diferenciar das mulheres? Alguns não veem problema em receber ordens delas. Mas, para outros, é como se a masculinidade tivesse sido apagada, como se tivessem perdido sua posição dentro da família. Sentem-se sufocados e precisam estar com outros homens. Aí entram a pornografia, os clubes de strip-tease, os esportes: é quando os homens escapam para o mundo deles. Chutar uma bola no meio do campo é muito revigorante e bom para escapar das mulheres”.

Diz ainda: “Eles se sentem errados o tempo todo. Houve um tempo que os homens faziam coisas que as mulheres não podiam fazer. Então ninguém questionava se eles “eram homens” ou não. Hoje elas querem que o homem seja igual à mulher. Querem falar com ele do mesmo jeito que falam com as amigas. Isso é com os gays! Os gays conversam por horas, fofocam, falam sobre a vida pessoal… os héteros não. Eles não querem aprofundar-se nos sentimentos”.

“Liderar uma nação é também de cuidar de assuntos militares, o que requer firmeza e assertividade. Em vez de estudarem questões do gênero, as mulheres que querem ascender politicamente deveriam estudar história militar e economia”.

bonitas inteligentes 3“Quando vou à Nova York vejo as mulheres nas ruas: bem cuidadas, lindas, bem sucedidas, graduadas em Harvard, Yale e… tediosas! Te-di-o-sas. Não têm nenhuma mística erótica. Acho que o número de homens gays, vem aumentando porque os homens são mais interessantes do que as mulheres”.

E onde elas deveriam buscar a felicidade?

“Bem, achar que as mulheres profissionalmente bem-sucedidas são o ponto máximo da raça humana é ridículo. Vejo tantas delas sem filhos porque acreditaram que podiam ter tudo: ser bem sucedidas e mães aos 40 anos. “Minha geração inteira deu de cara com a parede. Quando chegarmos aos 70, 80 anos, acredito que a felicidade não estará com as ricas e poderosas, mas com as mulheres de classe média que produziram grandes famílias”.

São afirmações polemicas, podemos não concordar com todas as opiniões, mas servem sim para a discussão do tema:

Kd us homi?

Mulheres, mulheres, mulheres… ahhh essas mulheres

 

mulheres-insatisfeitas-3As mulheres dizem: “não é nem que eu esteja apaixonada por ele, mas sei que ele é incapaz de me trair”.

Será que essa seria a principal qualidade que elas querem de um homem? Que ele seja incapaz de trai-la?

Vamos pensar no assunto.

Claro que nenhuma mulher que um homem que vai atrás da primeira mulher que passa na frente dele, mas com certeza o homem que escolher tem que ser capaz de quase tudo incluído ai achar graça em muitas mulheres. Sim é isso que a faz correr atrás dele.

Nenhuma mulher consegue amar um homem que ache que ele é incapaz de traí-la, que pode fazer qualquer coisa que ainda vai continuar sendo amada.

O que mantem o amor em alta temperatura é a dúvida, a incerteza.

As mulheres precisam estar tentando encontrar algo no Facebook, no celular. Se ele não liga já começa a imaginar que pode estar com alguém. Se ela ligar e ele disser que não pode falar já grila toda e não seria uma mulher.

Mulher vive sempre na incerteza. Essa é uma das diferenças entre o homem e a mulher.

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 A mulher precisa viver à beira do precipício para se sentir dentro de uma paixão e não raro confundem com outros sentimentos.

É essa incerteza que a faz se preocupar com os fios brancos que aparecem pintar as unhas na cor preferida dele, tem que se sentir viva, que a vida é uma roleta e a qualquer momento pode perder o homem amado, a vida, o dinheiro.

Ela tem que saber que no mundo atual não tem estabilidade em nada. Não existe mais “até que a morte nos separe”. Acreditar que a estabilidade é importante é morrer em vida.

A mulher de hoje tem que saber que pode ser a mais bonita, mais poderosa, mais rica do mundo, que tudo pode acontecer em um minuto e perder tudo.

O mundo de hoje tudo pode acontecer. Pode estar numa linda praia e de repente acontece um tsunami destruindo tudo. Pode ser o mais rico e admirado e de repente perder tudo. Pode estar num prédio ou shopping e ele desabar.

Qualquer um que ler jornais, ver revistas ou TV sabe que vivemos numa montanha russa ou numa gangorra subindo e descendo.

A única certeza que temos é que tudo vai mudar e não temos como saber algo sobre o futuro.

Então porque seria diferente nos relacionamentos? Hora de mudar amigo.

Talvez seja isso que dá sentido à vida.

Elas se queixam dos defeitos de seus amados e que são sempre os mesmos e será que ele aprendesse a não ter nenhum deles elas iriam gostar?

Parece que não.

Será que se ele sempre a tratar superbem, a valorizar, protege, cuida, é atencioso, prestativo, ótimo pai, um ótimo amigo, um grande parceiro, dá os presentes certos, apoia em sua carreira, leva à viagens dos sonhos, fala do seu dia a dia repara seu cabelo, seu vestido, a elogia sempre, lembra das datas do primeiro encontro, do primeiro beijo, da primeira relação amorosa, sempre lembrando tudo com flores (elas gostam) ele não vai ser desprezado como objeto de desejo e paixão?

Pois o homem que as mulheres sonham não tem nada a ver com o homem que ela ama.

Com certeza, nenhuma mulher vai se apaixonar por um homem que advinha seus pensamentos, realiza todos seus desejos mesmo antes dela mesmo saber.

Ela pode sim gostar, mas não passa de 24 ou 48 horas enquanto existir a dúvida que tudo isso talvez não seja para sempre.

Vamos e venhamos, pensem bem, é muito chato ter alguém que te coloque como prioridade total durante as 24 horas do dia, 365 dias do ano. É sufocante.

Mulher gosta e precisa da dúvida para que o amor dure. A dúvida daquela noite, se ele vai ligar, do que ele está pensando quando está calado e saber que ele nunca vai lembrar das datas importantes, quando se conheceram, primeiro beijo, a data da primeira vez, da viagem inesquecível, e de um jantar a luz de velas e vinho no Dia dos Namorados.

Para uma mulher realmente amar um homem ele precisa ter coisas só suas, na qual ela não consegue penetrar seja ele o futebol, os carros, a turma de infância, a politica ou mesmo a guerra no oriente médio. O que importa é que ela não seja a única a ocupar seus pensamentos.

Mulher não acha graça nas coisas muito certas, alias isso é assim para a maioria dos humanos (homens e mulheres), pois senão os jogos não fariam tanto sucesso seja o futebol ou um vídeo game. A incerteza se vai acertar ou não a carta que o outro tem na mão é que faz pôquer emocionante. Se soubesse, ia ter graça?

Assim leitor amigo muito cuidado ao lembrar do aniversário na véspera, à meia-noite, sem imaginar que ela, chegando aos 42, queria saber de tudo, menos dessa data, razão de sobra pra odiá-lo.

mulheres-insatisfeitas-1Finalmente algumas constatações:

Saiu com ela a noite o cinema, o jantar tudo foi maravilhoso. Sabe qual o que vai pensar? Ela quer sentir que sua atenção foi real, mas que você pensa nela depois de se separarem. Sem desespero, com calma ligue ou mande um SMS demonstrando que está em contato com ela.

Está no inicio de relacionamento, vá com calma, segure seu fogo. Se for rápido demais ela vai achar que só quer sexo ocasional e ela se sente um mulher objeto. Se for isso mesmo que quer, seja sincero, pois assim ela sabe com o que pode contar no futuro.

Entenda que muitas mulheres são demasiadamente ciumentas e estão sempre imaginando que você a trai mesmo quando isso nem sequer passa pela sua cabeça. Reveja suas posturas diante as outras mulheres, deixe claro para ela que é a única mulher da sua vida de forma constante.

Cultive o jardim todos os dias. Planta e flores sem agua diariamente tendem a morrer, Mesmo nos relacionamentos com boa duração, não pense que tudo está seguro. Mantenha acessa a chama da paixão e do interesse, pois ao longo do tempo vão se perdendo as palavras, ações (eu sei ela já sabe que a ama, mas ela precisa que renove) e a segurança.

Para encerrar:

  • Ou é idiota ou é feio. E isso resume toda a vida existencial de uma mulher solteira. “Tati Bernardi”
  • Nenhuma situação é tão complicada que uma mulher não possa piorar. Tom Jobim

Wolverine – a origem


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Nascidos em Nova York (portanto bem perto da região subártico) e trabalhando na Marvel Comics durante o auge das historias de quadrinhos Len Wein, John Romita e Herb Trimpe criaram o personagem Wolverine.

Wolverine aparece pela primeira vez na revista “The incredible Hulk” em novembro de 1974.

Criado como sendo um humano mutante (como outros super-heróis), nascido no Canadá, com seu nome oculto ou alter ego James “Logan” Howlett.  

Originalmente seria só James Howlett, mas posteriormente foi acrescentado o “Logan”, nome de origem escocesa e irlandesa.

Há registros de um Logan que se vingou pelo assassinato brutal de sua esposa, filha, irmã e primo pelo grupo paramilitar Legion de Frontiersmen (guarda de fronteira) inicialmente afiliados a Royal Canadian Mounted Police (nossa conhecida Policia Montada do Canadá), mas que depois de um cisma dentro da Legion a RCMP rompeu formalmente os laços.

Há registros até que dizem que essa vingança é que levou a Guerra de Dunmore em 1774.

Essas são as minhas suposições que tentam explicar o “Logan” do nome do herói e agora por que Wolverine?

Logo abaixo da calota Polar temos a região do subártico, que compreende boa parte do Alasca, Canadá, todo norte da Escandinávia, Sibéria e o norte da Mongólia, portanto bem perto de Nova York onde viviam os criadores de Wolverine.

carcajuWolverine é o nome de um animal conhecido no Brasil como carcaju e deve ter sido escolhido pelos criadores do personagem pelas características desse animal.

O carcaju é conhecido como um dos mais perigosos e ferozes predadores capaz de matar bicho com pesos e tamanhos muito maiores. É sem dúvida, a fera mais temível de toda a região subártica.

Esse solitário e errante caçador impõem respeito em toda tundra e costa ártica, mantendo distante outros grandes predadores de seu habitat.

Essa pequena fera, parente da marta, da doninha e da nossa ariranha, é oportunista e come o que aparece, desde pequenos roedores, pássaros, e até cervos com enormes chifres e peso muitas vezes maiores que o seu. Se a fome aperta mergulha e nada atrás de peixes para comer.

Muito inteligente consegue desarmar armadilhas feitas para outros animais destravando as molas sem ser mutilado pelos dentes de aço e ficando com a isca que come tranquilamente.

Pesam perto de 20 kg (os maiores) são pouco mais comprido e menos robusto que um cachorro da raça buldogue. Mas “tamanho não é documento”, para um carcaju. Feroz e audacioso, ele Encara sem medo um bando de lobos famintos e pumas sem luta roubando-lhes as presas.

Mesmo os leões-da-montanha fogem do confronto direto com o carcaju, preferindo abandonar a caça a encará-lo. Os ursos também costumam evitá-lo, porém, quando esses últimos chegam a um embate, geralmente, quem leva a pior é o carcaju que acaba completamente despedaçado.

carcaju garrasMunido de garras afiadas e sólidas, caninos agudos, agilidade excepcional e ferocidade de sobra, o carcaju guarda uma arma secreta: um forte e repugnante odor, que causa náusea aos inimigos. Daí os lobos e outros animais o evitarem, não por medo, mas por causa do cheiro desagradável.

Mesmo quando está saciado, o carcaju não se importa de matar qualquer presa que lhe atravesse o caminho, já que tem o hábito de esconder no oco das árvores suas caças para saboreá-las dias depois (como vive em regiões de clima frio a carne das presas demora a apodrecer).

Carcaju em inglês é Wolverine, e talvez porisso tenha inspirado os criadores do personagem das histórias em quadrinhos de mesmo nome já que o mutante ostenta garras robustas, típicas desse extraordinário predador, inteligente usa a inteligência para sair de armadilhas, temível por todos, tem arma secreta, apesar de pequeno enfrenta sem medo opositores muito maiores, tudo isso aliados às características do Logan: vingador de origem escocês-irlandesa.

wolverine

Pode até não ter sido exatamente tudo isso, mas deve estar bem perto dessa história toda.

Seu cérebro é capaz de revelar o negativo abaixo?

Sim, seu cérebro é capaz de revelar o negativo abaixo…

Nosso cérebro é fantastico. A medida que vamos conhecendo mais e mais de como funciona encontramos essas maravilhas.

Assim como o outro texto nesse blog onde podemos ler um texto totalmente embaralhado e entendermos tudo, agora nesse seu cérebro vai te surpreender novamente.

Seus olhos e cérebro vão realmente revelar esse negativo e em cores:

coisas da mente

 

Siga as instruções abaixo e veja o que acontece.

1. (fixe seu olhar no ponto vermelho no nariz da garota por 30 segundos)

2. (vire seus olhos para uma superfície plana, o teto ou uma parede vazia de preferência branca)

3. Pisque os olhos várias vezes rapidamente ao mesmo tempo em que olha para o teto ou parede…

Não é incrível?

O Capital – O filme

O Capital

O Capital

Este é um filme que todo profissional que interage com profissionais de empresas multinacionais deve assistir e refletir.

Costa-Gravas, diretor grego naturalizado francês, aos 80 anos, continua como sempre denunciando.

Depois de filmar a ditadura grega dos anos 60; o estalinismo na Europa Central; a tortura na aliança militar do Cone Sul; os trágicos primeiros meses da ditadura chilena e os crimes de guerra do nazismo, agora examina o sombrio mundo das finanças globais e nos alerta para a escravidão do século XXI e o grande Senhor, o capital.

O Capital (em alemão Das Kapital) é a obra mais conhecida de Karl Heinrich Marx ou simplesmente Karl Max, um intelectual e revolucionário alemão, fundador da doutrina comunista moderna, que atuou como economista, filósofo, historiador, teórico político e jornalista.

O Capital é o titulo do uma coleção de livros (sendo o primeiro de 1867), marco do pensamento socialista marxista, uma crítica ao capitalismo (crítica da economia política).

Já o filme é uma adaptação do romance homônimo escrito por Stéphane Osmont, que traz para o mundo atual as inquietações do livro original.

O Capital tem cenas gravadas em Paris, Londres, Miami e Nova York e conta com atores de diversos países, como o americano Gabriel Byrne, a belga  Natacha Régnier e o britânico Paul Barrett e com uma participação do jogador francês Bixente Lizarazu, campeão do mundo de futebol (1998).

O Capital é a história pessoal da ascensão profissional e financeira de Tourneil no banco Fênix (aquele que ressurge das cinzas), e é estruturada nos mais perversos dos jogos de poder servindo para mostrar os labirintos sujos do mundo do dinheiro, do poder e do sexo.

Mostra o protagonista, o banqueiro Marc Tourneil interpretado pelo excelente ator franco-marroquino, Gad Elmaleh, virando-se para a plateia e exclamando, cinicamente, durante uma reunião com ávidos acionistas:

”Continuaremos tirando dos pobres para dar aos ricos neste jogo, meus senhores. Até que tudo isto exploda!”

Alguns críticos não gostaram do filme, mas em minha opinião ele é simples, direto, preciso e eficiente, com as boas ironias de Osmont e do cinismo dos executivos (parece até que estou vendo alguns aqui no nosso mundo empresarial).

Como sempre Costa-Gravas reproduz com precisão e sem nenhuma falsa sofisticação ou intelectualidade barata, algumas observações literárias que permite acesso a qualquer espectador à trama.

Leia e reflita sobre algumas das observações dos personagens:

”A moral do capital é deixar os ricos mais ricos e os pobres mais pobres.”

Ou:

“Os estados democráticos não podem mais se livrar dos bancos que os asfixiam”.

E mais:

“Você é respeitado pelo salário que recebe e para tal é preciso possuir dinheiro”.

Outra frase surge quando Tourneil rindo responde à sua mulher, debochando e prestes a decidir o seu futuro se aproveitando de um vácuo de poder com a morte do Presidente do Banco:

“Quem é o presidente neste momento? Quem está no poder? É uma piriguete gorda chamada A Conjuntura.” 

Pego de surpresa na sua primeira entrevista como banqueiro, durante uma mega festa organizada pela indústria de marcas luxuosas, se sai com esta “pérola”:

“O luxo é democrático! É um direito de todos!”

E rindo, baixinho, comenta com sua mulher:

”Agora aceito dar qualquer entrevista. A gente diz uma bobagem e pronto.”

Já os grandes acionistas americanos, em Miami, capitaneados pelo acionista mor do banco Fênix (outro excelente ator, Gabriel Byrne) saem com essa:

“Somos um bando de caçadores”.

Já os banqueiros franceses se referindo aos investidores dos fundos especulativos americanos falam:

”Eles querem ganhos do capitalismo de caubói. Porque lá eles não têm empecilhos; não têm leis sociais como as nossas. Esses americanos adoram Paris, mas detestam a França”.

Outros cineastas também retrataram a crise econômica e o mundo financeiro nos cinemas como Martin Scorsese, com o inédito Os Lobos de Wall Street, mas O Capital mostra bem o comportamento diferente de dois mundos, os americanos e os europeus.

Conhecendo essas realidades fica mais fácil ouvir essas besteiras dos “gringos” quando estamos negociando com eles e não precisamos nem revidar e se assustar é só ouvir, entender e se fazer de “morto”.

 

Título original: Le Capital (O Capital)

Com: Gad Elmaleh, Gabriel Byrne, Natacha Régnier, Céline Sallette, Hippolyte Giradort, Bernard Le Coq, Joh Landis.

Diretor: Costa-Gravas

Gênero: Drama, Suspense

Origem: França

Ano: 2012

Lançamento Brasil: 4 de outubro de 2013

Duração: (1h53min)

 

Revenda Periguete

Tudo começou com uma brincadeira: durante um dos “Painéis de Tendências”, eventos desenvolvidos e realizados pela Direct Channel no decorrer de setembro e outubro, mais especificamente no Painel de Automação Comercial, um dos participantes, contrariando a opinião dos painelistas, que falavam sobre a relação entre fabricante, distribuidor e revenda, disse: “Na verdade vocês gostam é das revendas periguetes, não é?”. Inevitável. Todo o auditório caiu na risada.

Por fim, pedimos ao Eduardo Santos, autor do comentário, que escrevesse um artigo para o Portal do Canal falando sobre a “revenda piriguete”.

Clique aqui e confira o artigo!

Revenda Piriguete

De tempos em tempos em nosso mercado de automação surge uma explicação para os movimentos de mudanças.

soldado desconhecidoNa época da reserva de mercado os fabricantes nacionais que tinham o mercado em suas mãos diziam que os preços altos para seus produtos era por causa das revendas que eram chamadas de “especuladores” e que como o túmulo ao soldado desconhecido que ninguém sabe quem é, nunca se identificou um especulador, mas a culpa era da revenda.

Quando o mercado resolveu apostar na revenda oportunista em vez da revenda que cria a oportunidade apareceu o “pastel”, a revenda que tinha uma pasta e um celular.

Agora novamente com o mercado em mudança, os fabricantes e distribuidores criaram uma nova figura a “Revenda Piriguete”.

Digam-me: qual a revenda que já não recebeu um dia, uma declaração de amor eterno de algum distribuidor ou fabricante?

Prometem uma vida eterna e feliz de parceria, um apoio incondicional de crescimento, Planejamento Estratégico, marketing cooperado, PE (preço especial), leads, apoio técnico e só querem em troca a dedicação da revenda.

A revenda se enamora toda, vê estrelas no céu, se prepara para o casamento, monta estrutura, contrata pessoal, investe em estoque porque quer ajudar ao Executivo de seu parceiro a fazer a meta, afinal ele é tão bonzinho.

Vai a campo, começa a desenvolver o mercado, vai atrás de projetos (que normalmente demoram meses), apresenta ao cliente o produto, todas as vantagens e diferenças, coloca a disposição um equipamento em demonstração, homologa, investe em pessoal, viagens, almoços para que o cliente enfim faça a escolha do produto com a sua revenda.

Caos_2Enfim o projeto é aprovado, o produto é escolhido e a compra vai ser feita. A área técnica passa as necessidades ao departamento de compras para que sejam feitos os procedimentos de aquisição.

O comprador usando de técnicas conhecidas e “inortodoxas” vai ao mercado a procura de outras revendas para ter o famoso “três propostas”.

E quem aparece?

Ela a “Revenda Periguete”.

Como ela aparece? Simplesmente “alguém” do distribuidor ou fabricante fica sabendo da oportunidade e assopra para revendas oportunistas que se apresentam na maior cara de pau ao cliente como alternativa dos mesmos produtos e das mesmas marcas: é a chamada “Revenda Periguete”.

Ela é chamada a fazer numero, não fez nada, mas tem “outros predicados” e não quer uma relação permanente, apenas quer aproveitar o momento, a oportunidade de estar em tão boa companhia. Contenta-se com pouco, afinal não teve que investir nada e nem perdeu tempo, apenas vai tirar uma nota fiscal de agenciamento e nem sabe quanto vão descontar de sua comissão.

Como me disse uma “Revenda Periguete” quando indagada por que aceitava essa situação: – Eles nem me conhecem, mas de vez em quando me mandam uma comissão e só tenho que tirar a nota fiscal.

“Revenda Piriguete” é um termo pejorativo, usado para descrever uma revenda que não quer outra coisa senão se aproveitar de uma situação sem nada fazer.

Piriguetes são as revendas independentes e liberais que procuram ter envolvimento com um distribuidor ou fabricante somente para tirar vantagem. Uma das suas características é que ela não se apega facilmente e normalmente não procura um relacionamento duradouro, mas apenas as vantagens e facilidades daquele momento. Fala com todos e entrega o pedido a quem oferecer mais.

As “Revendas Periguete” são oportunistas e estão sempre nas baladas, geralmente não se prendem a distribuidores ou fabricantes, escolhem com quem e quando querem ficar, são autossuficientes e que não se importam com a opinião que o mercado tem deles. A “Revenda Periguete” não costuma ser muito bem vista pelos profissionais sérios e muitas vezes nem mesmo pelos os distribuidores e fabricantes, pois são tachadas de pouco profissionais, e apesar de muitas se sentirem inferiorizadas, são sempre procuradas para os serviços mais sujos, já que elas topam qualquer “programa”.

Para ficar claro:

Revenda Periguete não são as revendas e-commerce que tem estrutura, gastam fortunas nas suas estratégias de atrair clientes.

Revenda Periguete não são aqueles profissionais que mesmo sozinhos em sua revenda criam oportunidades e atendem determinados clientes como só eles poderiam atender.

Revenda Periguete é aquela revenda que vive dos favores dos funcionários de fabricantes e distribuidores e que se aproveita das falhas do nosso modelo de canal comercialização, são oportunistas sempre.

Revenda Periguete é aquela revenda que pertence a distribuidores e fabricantes, seus sócios, ou empregados e que ficam esperando uma possível solicitação de PE ou mesmo cotação para se apresentar como alternativa.

caos 3Enquanto os distribuidores e fabricantes não se convencerem que é melhor ter revendas comprometidas com o desenvolvimento do mercado vamos ter essa “zona” em nosso mercado e em pouco tempo morreremos todos acusando uns aos outros de responsáveis pelo caos implantado.

Somos todos responsáveis e se quisermos sobreviver e multiplicar por três nosso mercado precisamos urgentemente definir os papeis de cada elo da cadeia de comercialização de automação e sermos rigorosos com o cumprimento de procedimentos mínimos de relação comercial entre as partes. Hora de Mudar.

 

2014 – Hora de Mudar

ondas 3Aos “trancos e barrancos” estamos completando o ano de 2013.

Quando digo estamos me refiro ao Brasil e a todos que aqui vivem (ou sobrevivem), empresas e pessoas.

Nossas autoridades estão completamente desorientadas vivendo num outro mundo e agora em 2014 temos a chance de recolocar o Brasil e nossas vidas novamente no caminho certo.

Muito se falou, mas pouco se fez.

As piores grandes ameaças já passaram, estamos conseguindo surfar nesse tsunami, mas ainda não chegamos “na praia” e vamos ter que ainda vencer algumas ondas para podermos chegar são e salvos.

É preciso muito equilíbrio, paciência, determinação e muito, muito trabalho.

Diferentemente do final do ano de 2012 quando falei das dificuldades que iríamos ter em 2013, neste dezembro, apesar de ainda existirem grandes ameaças de ondas que ainda estão se formando, vejo muitas oportunidades para o próximo ano de 2014, pois hoje a sociedade brasileira está mais consciente das dificuldades existentes e se prevenindo e exigindo das autoridades novas posturas.

Vamos torcer para que no próximo ano tenhamos menos prédios caindo, morros soterrando comunidades, enchentes arrasando cidades, vândalos nos estádios, políticos e funcionários públicos roubando, hospitais sem condições de atender, incêndios criminosos matando nossos jovens, etc. etc…

Vamos cada um fazer nossa parte com responsabilidade, que as coisas se ajeitarão. Aí podemos novamente sonhar com um Brasil Grande, Campeão da alegria e da felicidade de todos, onde as diferenças de classe social, raça, sexo, religião, política, e esportes convivem num clima de tolerância e respeito.

Vamos aproveitar esse momento de reflexões de todo final de ano, e livremo-nos daquelas roupas que estão no armário há um tempo sem que usemos, dos eletrônicos quebrados, eletrodomésticos ultrapassados, móveis antigos e mais uma infinidade de objetos sem uso que ficam juntando poeira em casa.

Esta é uma boa para questionar a relação, o emprego, as amizades, a cidade, e ver que é hora de mudar. Se continuarmos a fazer as mesmas coisas do mesmo jeito, os resultados serão exatamente iguais e nada muda.

Em 2014 também vamos poder nos livrar de todo esse lixo político que muito fala e pouco faz (populismo), de modos antigos e ultrapassados de lideranças, de uma geração que já contribuiu para o crescimento do Brasil, mas que já deu o que tinha que dar.

Precisamos do novo, de ideias e pessoas que compreendam esse novo momento do Brasil e da humanidade.

Assim desejo a todos que muito colaboraram para que conseguíssemos chegar até aqui um FELIZ REVEILLON  e que 2014 seja repleto de vitórias e concretização dos seus sonhos.

Lembre-se: “SÓ QUEM SONHA REALIZA SEUS SONHOS”.

 SONHEM MUITO.