Hora de Mudar
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As dores do amor
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Existem muitas dores de amor.
A dor de quando a relação termina e continuamos amando, não nos acostumando com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a total falta de perspectiva, já que ainda estamos tão entretidos na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A dor de quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A dor física, a mais dolorida, da falta de beijos e abraços, a dor de virar um ninguém para o ser amado.
Mas, quando a dor física passa, começamos então outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Quando reclamamos que não conseguimos nos desprender de alguém, é que, sem perceber, na realidade não queremos nos desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira está dentro de nós, e que só com muito esforço é possível se libertar.
É verdade que é uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a “dor-de-cotovelo” propriamente dita.
É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor do inicio da separação, mas agora é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o “gran finale” de uma história que terminou, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente…
Lembranças de um tempo bom vivido e que jamais será esquecido.
E só então poderemos amar, de novo.
AMAR É VIVER. AME MUITO E VIVA.
O que está faltando no texto abaixo?
Posted by esantos in Profissional on 22 de agosto de 2010
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Achei esse texto na net e achei muito interessante. Quero compartilhar com vocês, vejam um exemplo que sempre podemos MUDAR a forma de pensar. Depois deixem comentários se gostaram da experiência . . . rs
Não coloco o autor porque não descobri de quem era.
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Sem nenhum tropeço posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e fértil em recursos diversos, tudo isso permitindo mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter como impossível. Pode-se dizer tudo, com sentido completo, mesmo sendo como se isto fosse mero ovo de Colombo.
Desde que se tente sem se pôr inibido pode muito bem o leitor empreender este belo exercício, dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso reconhecimento
Trechos difíceis se resolvem com sinônimos. Observe-se bem: é certo que, em se querendo esgrime-se sem limites com este divertimento instrutivo. Brinque-se mesmo com tudo. É um belíssimo esporte do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o “E” ou sem o “I” ou sem o “O” e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo, sem o “P”, “R” ou “F”, o que quiser escolher, podemos, em corrente estilo, repetir um som sempre ou mesmo escrever sem verbos.
Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir. Porém mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objeto escolhido, sem impedimentos. Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem nosso português, hoje culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês. Por quê?
Cultivemos nosso polifônico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores.
Honremos o que é nosso, ó moços estudiosos, escritores e professores. Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, pugilo de heróis e de nobres descobridores de mundos novos.
Descobriu?
Não???
Então aqui vai……
Não tem a letra A em nenhum lugar
A mulher mudou, está mais criteriosa no amor
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Sendo cada vez mais auto-suficientes as mulheres estão cada vez mais criteriosas no amor e menos preocupadas com a solidão. As mulheres passaram a buscar gratificação em coisas que não dependem dos homens e cada vez mais encontra o prazer no seu lado profissional e nem estão aí com a solidão, ela não humilha mais.
As mulheres estão num estágio de crescimento pessoal que hoje sentem o mesmo prazer em sair com um namorado ou ir a um jantar com amigas ou assistir a um bom filme em casa sozinha com seu animal de estimação. O centro do universo não é mais o homem, elas cansaram de se dar mal e eles passaram a ser como as amigas, o trabalho, a vida cultural.
As mulheres querem encontrar um homem que evolua junto consigo e não alguém que atrapalhe essa evolução.
Até que os homens estão tentando acompanhar a evolução feminina, mas estão totalmente perdidos por que as mulheres exigem tudo do homem ao mesmo tempo. Procuram o homem mais que perfeito e isso não existe. Querem alguém protetor e acabam confundindo a imagem do companheiro com a do pai. Alguém que goste de ir ao shopping, mas para isso podem chamar uma amiga (o). As mulheres sempre estão procurando mais, são complexas e querem se melhorar e melhorar tudo, inclusive em seus desejos. Aí começa os desencontros.
Os homens ao contrário se contentam com bem pouco. Se a mulher for atenciosa, gostar de sexo e não fica cobrando coisas a todo o momento, já está ótimo.
Claro que nem todas estão numa fase boa e ficam muito tempo sem companheiro não por serem exigentes demais, mas porque pensam que os homens não querem compromisso de jeito nenhum e não conseguem se ver fazendo sexo sem amor, envolvimento. Cansaram, estão frustradas.
Os relacionamentos parecem que se tornaram cada vez mais descartáveis. As pessoas estão com dificuldade para negociar os impulsos, investir em projetos comuns de longo prazo, aceitar e tolerar diferenças que garantiriam relacionamentos duradouros. As pessoas estão abrindo mão de amar com medo de se machucar.
E aí vem o contraditório. O novo homem procura uma mulher para um relacionamento “sério” (como se pudesse existir algum relacionamento não sério). Encontra essa mulher e saí algumas vezes. Começa a gostar dela e quando propõe algo mais “sério” ouve dela que não queria se prender a ninguém porque se machucou muito no último relacionamento. Vai entender as mulheres…
O que fazer então para deixar o amor fluir?
As mulheres levam o amor a sério demais, ficam o tempo todo pensando no assunto. Elas têm que relaxar deixar a coisa correr com leveza e com isso ficarão mais agradáveis de conhecer e conviver. O maior inimigo da sedução é a ansiedade. Antes de conhecer um homem a mulher deve trabalhar sua carência afetiva seja através de praticar algum esporte, sair com amigos e amigas, cuidar do seu animal de estimação, algum chá relaxante, um bom banho de banheira, etc.
E nada de se fazer de vitima, mesmo quando estiver sozinha (leia o texto neste blog: Amiga Solidão). Se cuide, se descubra se curta. Isso aumentará sua auto-estima e não há maior afrodisíaco para o homem do que uma mulher autoconfiante.
Lembre-se que quando somos muito exigentes com os outros, significa que estamos sendo muito exigentes conosco mesmo. Relaxe releve e ame mais.
Entenda que os homens também têm medo de amar, não é só você. Por isso, nada de pressa.
Mudar é muito bom!
Posted by esantos in Amor, Profissional on 28 de julho de 2010
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Em algum momento da vida é preciso se reinventar, buscar a transformação.
Quem no final de cada ano não faz uma lista de coisas que pretende mudar no ano seguinte? E todas as listas se parecem: queremos sorte no amor, crescimento profissional, felicidade na família, acertar nossa vida financeira, finalmente fazer aquela viagem tão sonhada e perder aqueles quilinhos a mais.
Mas o que fazemos para que isso aconteça e que o ano novo signifique realmente uma vida nova?
Nada.
Esperamos que as mudanças caíam do céu. Sabemos que essas mudanças significariam uma vida melhor, mas ficamos paralisados. Por que será?
Nada fazemos porque mudança dá muito trabalho. Precisamos olhar todas as nossas dificuldades e encará-las como são e planejar ações para alterar e ultrapassar as barreiras de nossa inércia, ter atitudes, querer, e agir com muita determinação.
Todos nós gostamos de ficar na zona de conforto, mesmo que reconhecermos que estamos perdendo vida e oportunidades.
Enrolamos, fazendo de conta que a situação não existe, nos distraindo com “coisas importantes”.
Apegamo-nos a coisas, pessoas, ambientes, turmas e isso são uma das principais causa do nosso sofrimento. Temos medo de perder o controle da situação.
Se eu mudar, e aí? O que pode acontecer? Pode ficar pior do que agora? E se não der para voltar atrás? Ai, que medo…
E, não tenha ilusões, não há escolha: quem não muda geralmente é mudado, às vezes de uma forma muito mais dura do que uma mudança gradual, consentida e planejada. Onde tem vida tem movimento. “Tudo o que está parado, estático, rígido, seco, está morto”.
Na vida profissional as mudanças têm que ser muito rápidas e dinâmicas, pois acontece o tempo todo. Para se ter uma idéia da importância de se adaptar as mudanças corporativas, hoje existe profissional que ensinam executivos a mudar, são os “personal coach”, que nada mais é que um técnico particular que enxerga o que você anda fazendo com o jogo da sua vida. Ele não dá conselhos a ninguém, mas estimulam as pessoas a dar sua própria resposta fazendo boas perguntas e a principal delas é: VOCÊ SABE O QUER MUDAR NA SUA VIDA?
E a maioria não sabe. Antes de tudo você tem que se fazer a pergunta: O QUE REALMENTE QUERO MUDAR NA MINHA VIDA? E O QUE PRECISO MUDAR EM MIM MESMO PARA CONSEGUIR ISSO?
Temos que descobrir o que realmente para nós é mais importante mudar se na vida pessoal, na vida profissional, na vida cultural ou na vida espiritual.
É importante haver um equilíbrio entre essas áreas. Para mudar, temos que unir corpo, mente e espírito numa só direção. Ter um FOCO. Só assim as mudanças têm consistência para que realmente ocorram.
Quando no final do ano fazemos a lista para o próximo ano estamos apenas expressando um desejo, de algo que vai cair do céu, que não depende de nosso esforço. Sempre colocamos genericamente: “eu gostaria de encontrar um bom emprego” e “eu gostaria de emagrecer”.
Faça uma experiência em trocar o tempo e o verbo do “eu gostaria” por “eu quero”. É fácil perceber que o “eu quero” já traz implícita uma ação. Se eu realmente quero, vou fazer algo por isso. Objetivos, prazos, modos de agir, compromisso, tudo isso estimula a ação e o cumprimento da meta. Por isso planeje, deixe claras suas expectativas, vá mudando aos poucos, a cada dia.
Ou talvez a mudança tenha de ser drástica mesmo. Não adianta mudar para permanecer na mesma situação. Aliás, tem gente que muda apenas para continuar igual. Mais uma vez, é não compreender o objetivo de uma mudança: ser mais feliz.
Sim mudar é muito bom, mas essa decisão implicará em renúncia, esforço e sacrifício. Na maioria das vezes as mudanças podem ser negociadas, não precisam ser 8 ou 80. Pode-se ser um bom executivo e nos finais de semanas ser fotografo ou musico. Ter seus momentos seus, viver a fantasia e estar totalmente no relacionamento.
É preciso não se esquecer que o maior dilema nesse caminho de mudança somos nós mesmo. Sempre aparece uma vozinha dizendo para mudar enquanto que outra dirá para adiar mais um pouco. Sabendo dessa luta interna fica um pouco mais fácil resistir aos impulsos que surgem a todo o momento.
Pense. Medite sobre as mudanças. Sim. A meditação ajuda você acalmar as vozes internas, clarear o espírito, aumentar a nitidez de foco que é mudar.
Vamos, agora só depende de você para mudar. Mudar é muito bom, faz bem à saúde e não tem contra indicação.
O relacionamento continua porque é amor ou apenas comodismo?
Esse relacionamento pode ser com uma pessoa ou com uma empresa. Reagimos da mesma maneira. Reflita se esse relacionamento merece ou não uma nova chance e MUDE. Quando chegamos a nos questionar sobre um relacionamento, seja ele qual for, chegou à Hora de Mudar
Tem gente que gosta de acumular coisas. Outras acumulam pessoas ou acumulam empresas.
Quantas vezes, com medo de ficar só, preferimos manter relações já desgastadas, sem o prazer de antes? Vamos arrastando o peso do comodismo, fechando os olhos para novas oportunidades. Até enxergamos a situação e todas as oportunidades, mas ficamos paralisados e não tomamos a iniciativa de encarar o novo, as oportunidades.
Deve estar pensando agora: quantas relações assim eu mantenho em minha vida, com medo do novo?
Se no amor é preciso combinar a falta de compreensão, de companheirismo, de diálogo, de respeito e de confiança para ver acabar um amor, no relacionamento profissional a falta de um só desses fatores já é o suficiente para saber que é hora de mudar. Conforme o tempo passa, a sensação é de que tudo que já existiu está acabando. Como num quadro colorido que vai perdendo suas cores fortes, por acúmulo de poeira ou exposição ao sol. Pura falta de cuidado.
Afinal, você quer ter razão ou ser feliz? 
Muitos profissionais continuam na empresa, mas não se sentem satisfeitos. Acabam reclamando com freqüência das decepções causadas por tarefas não entendidas, mudanças de rumos causadas pelo mercado e desconfianças de toda ordem.
No relacionamento pessoal é a mesma coisa. Casais permanecem juntos, mas não se sentem satisfeitos e vivem reclamando o tempo todo das brigas, das discussões, da falta de compreensão, do companheirismo, do egoísmo e desconfianças.
O que nos paralisa? O medo do desconhecido? O medo de não ser capaz? O medo de ficar só ou desempregado?
Realmente situações mal resolvidas são difíceis, mas não impossíveis. Não sabemos a nossa força interior, e quando decidimos e acreditamos no que queremos com o nosso coração, realizamos mudanças, as mais inusitadas.
Apostar na própria transformação é a única maneira de realmente tentar reinventar uma relação de amor, seja pessoal ou profissional. Quem tem que mudar é você e não seu companheiro (a) ou empresa.
Ao penetrarmos em nossas fraquezas, vamos descobrir a prepotência, o orgulho, a vaidade, a intransigência e o próprio desgaste pessoal, tudo combinado com a falta de amor próprio e desonestidade consigo mesmo. Nosso orgulho nos cega e nem percebemos que quando procuramos preencher o vazio interno com outro relacionamento, na realidade estamos querendo ter razão (impor nossa idéia) e não ser feliz. É importante assumir suas próprias dificuldades e parar de apontar o outro como a causa do seu descontentamento. Fazendo isso a chance é grande de reviver o relacionamento e voltar a ser feliz.
Olhe para dentro de si e pare de culpar o outro. Defina claramente e sinceramente a relação que deseja e mude suas atitudes. Ninguém consegue mudar o outro se antes não mudar a si próprio.
Mas como vou mudar a empresa? Se você conseguir definir exatamente o que espera desse relacionamento e mudar para alcançar esse objetivo, vai se surpreender, a empresa mudará de atitude com você. Lembre-se não é ela que muda e sim você.
Na vida amorosa é a mesma coisa. O maior problema dos relacionamentos é que esquecemos o quanto amadurecemos, crescemos, mudamos com o tempo. Devemos caminhar juntos, lado a lado, conforme nosso próprio desenvolvimento. Jamais teremos os mesmos sentimentos do início, até porque não somos mais os mesmos. Mas podemos alimentar com carinho todas as diferentes fases de nossas vidas juntos. Transformando todos os dias em um novo recomeço.
Não devemos nunca ser dependente de outra pessoa. Essa é a pior coisa que podemos fazer a nós mesmos. Se você está à espera que alguém o faça feliz, ficará interminavelmente desiludido.
A felicidade mora dentro de nós, só dependemos de nós mesmos para ser feliz. Depositar em outro essa responsabilidade não é junto consigo e nem com a outra pessoa ou empresa. Se você estiver disposto (a) a reconquistar estará sempre fortalecendo ainda mais o respeito, a admiração, o reconhecimento, a amizade e o amor.
É um circulo vicioso e virtuoso.
Quando um se modifica, o outro inevitavelmente também muda. Sabe por quê? Por que criastes o clima positivo dos momentos iniciais do relacionamento. Mas se já está cansado (a) e chegou à conclusão que não tem mais jeito, não adianta insistir.
Respire fundo, se encha de coragem, de amor por você e pelo outro, retome o controle de sua vida e seja feliz mesmo assim.
A vida passa rápido, não se acomode nunca. Claro que não é fácil. Reconhecer nossas fraquezas é muitas vezes dolorido, mas não vai se arrepender. Na nova oportunidade tudo será diferente, pois com a lição aprendida fará diferente, mesmo que seja nesta relação desgastada.
Temos que construir relações com as qualidades e não ficar acusando. Só temos condições de falar de nós mesmo, nunca do outro (a). Quem se preocupa em ficar achando os erros do outro na relação não tem tempo para o amor.
Cuidar do jardim de uma relação é antes de tudo cuidar do amor que temos por nós mesmo.
É HORA DE MUDAR? A grande pergunta.
♣
“Mais que nunca hoje em dia as pessoas temem ser abandonadas, de dizer eu te amo e não serem correspondidas. Por isso continuam abandonando, com medo de serem abandonadas. Dizem não, com medo de ouvi-lo”. Roberto Shinyashiki – Psiquiatra.
◊
Quando tomamos a decisão e modificamos profundamente a nossa maneira de pensar e de agir, talvez alguns relacionamentos acabem. Mas na realidade o que acabam não são os relacionamentos, mas sim os jogos de interesses.
O ato de mudar nos tornar mais responsáveis (pensamos e sofremos muito antes de tomar a decisão), em cuidar de nós mesmos, de termos autodomínio, a importância de estabelecer limites, de acreditar e nos apoiarmos nas decisões. Somos mais “EU”.
Com a diminuição da pressão da dependência, passamos a querer vivenciar novas relações em outras bases, com mais qualidade. Quando chegamos nesse estágio e o relacionamento é rompido é porque acabou o interesse (aqui no sentido de troca) e deixou de ser alimentado. Quando o relacionamento é significativo ele permanece e é aprimorado.
Quando começamos a gostar de alguém usamos a cabeça e colocamos condições para gostar. Se esse alguém deixa de corresponder ao figurino que traçamos, o que fazemos? Simples, damos um jeito de parar de gostar da criatura.
Quantas vezes já ouvimos, ou já dissemos: “Como é que você pode gostar dele (a), sendo ele (a) assim?” Ou pior ainda: “Se fizer isso, não gosto mais de você!”
É nossa mente na realidade tentando racionalizar e esquecendo o coração. São boicotes, chantagens, pois o gostar e ou não gostar é atributo do coração, e não da mente. Tomar a decisão de ficar com alguém ou nos afastarmos dela é sim um processo racional, mental, mas o afeto, o carinho, o amor não depende das idéias.
Entre tantas outras coisas é por isso que as mudanças metem medo tanto para quem está mudando quanto para quem está a sua volta. Não aceitamos as diferenças queremos estar alinhados com a opinião dos outros, pois vemos essas diferenças como obstáculos e queremos a aprovação de todos a nossa volta: “Se eu fizer isso vai continuar gostando de mim?
Claro que todos que te amam vão continuar gostando de você e te apoiando. Você também vai continuar gostando de todos. Se os laços afetivos são fortes é bem provável que os relacionamentos até melhorem, passado esse primeiro impacto.
O bom é conseguirmos ter um diálogo franco, livre, aberto, pois isso facilita. Mas deve ser para dizermos tudo àquilo que estamos sentindo e para que possamos ouvir a opiniões das pessoas em quem confiamos e não para insistirmos em convencê-los ou para tentar que assumam posições.
E não podemos cair na armadilha de nos sentirmos culpados por não correspondermos ao que esperam de nós (ou ao que nós mesmos esperamos de nós…).
Sim é uma sensação muito ruim, como se estivéssemos traindo. Como podemos nos sentir assim se essas expectativas são criadas pelos outros, segundo seus paradigmas, seus próprios motivos, interesses e na maioria das vezes não temos a mínima condição de fazer. E sofrer porque falhamos conosco é pura pretensão, pois se pudéssemos fazer melhor, não tenham dúvidas, teríamos feito.
Quem não conhece alguém que teve a coragem de ousar, ir além dos limites vivenciados pela sua comunidade e ao retornar cheia de entusiasmo, encantada com as descobertas, tenta compartilhar as novidades certa que todos terão prazer em segui-la e se surpreende, pois causa neles muito medo e outros tantos sentimentos negativos e acaba rejeitada e massacrada sem nenhuma compaixão. Conseguiu lembrar?
Se quisermos crescer, evoluir e ser feliz, não podemos viver com a idéia de que aqueles que ousam fazer o que querem, destacando-se dos demais (sendo “diferentes”) fatalmente será rejeitado, correndo ainda o risco de serem machucados, destruídos.
Devemos sim entender que o medo, a intransigência, o preconceito e o fanatismo de qualquer espécie são portas abertas a regressão, à estagnação, à deterioração e à felicidade. Devemos sim é estar aberto às novidades. O mundo cada vez mais muda rapidamente e se não nos adaptarmos as novas condições seremos extintos.
Temos que pensar bem a esse respeito, pois só nós mesmos criamos nosso destino sempre de acordo com nossas verdades. Devemos estar atentos a aquela vozinha interior que fica nos questionando: “Me sinto bem sendo eu mesmo?” “Como me comporto quando alguém se mostra diferente?” “Acredito realmente nisso ou naquilo?” “Estou realmente fazendo a coisa certa?” “Olha só onde amarrei meu burro, novamente não! etc.
Encontrar essas respostas a essas perguntas pode ser a diferença à nossa felicidade ou infelicidade.
Homem, o sexo frágil da relação
Posted by esantos in Amor, Sem categoria on 13 de junho de 2010
Homem chegou à HORA DE MUDAR. Tudo está mudando, o Brasil, o mundo, a tecnologia, o tempo, as mulheres, e nós homens não fizemos nada para mudar, pelo contrário temos regredido.
Pois é, veio mais uma confirmação da necessidade dessa mudança: os homens sofrem mais com os relacionamentos do que as mulheres.
Isso mesmo. Antes eu afirmava isso por experiência de conversas com o sexo masculino, mas agora essa é a conclusão de uma pesquisa feita nos Estados Unidos pelo sociólogo Robin Simon, professor da Universidade Wake Forest, na Carolina do Norte.
Segundo a pesquisa que procurou uma relação entre o nível de bem-estar declarado por mil homens, entre 18 anos e 23 anos, e o “estado civil” deles: solteiros ou em um relacionamento (bom ou ruim) e foi encontrado uma associação notória entre abalo emocional e maus relacionamentos nos homens. Mais do que nas mulheres.
Nessa pesquisa também o pesquisador constatou que as mulheres ficam mais desesperadas com o fato de não ter um namorado (o conhecido “ficar para tia”) e não com a qualidade do relacionamento (os famosos “melhor ser divorciada do que solteira”, “ruim com ele pior sem”).
Será? Há controvérsias a respeito, mas vejamos.
Homens e mulheres, todos sabem que quando se trata de agüentar dor e de conciliar várias tarefas ao mesmo tempo o sexo frágil é o homem. Nesses quesitos, as mulheres são imbatíveis.
Mas quem já não foi “ombro amiga (o)” de amigas todas chorosas por causa de um namorado que não vale nada e ou irmãs, primas, e até mães desconsoladas pelo fim de um relacionamento/namoro? Não seria essa uma prova real que as mulheres ainda valorizam mais os relacionamentos dos que os homens. Vocês não acham? Mas parece que não.
É consenso também entre as mulheres que parece mais difícil encontrar homens que se entregam de verdade em uma relação do que as mulheres. As mulheres entram com tudo na relação e na maioria das vezes se decepcionam quando a entrega não é recíproca.
Se a pesquisa estiver certa pode estar provando que os homens aprendem mais rápidos a não se iludir. Lá pelos 20 e tantos anos, já sofrem e montam a armadura, enquanto as mulheres seguem insistindo em encontrar o relacionamento perfeito, pois acham que ainda não tiveram a sorte de cruzar com o sapo que vai virar Principe.
Assim as mulheres continuam acreditando nas artimanhas de uns marmanjos desiludidos por aí.
O curioso dessas constatações é que mesmo nas relações gays (lesbicos e homossexuais) os parceiros também assumem essas características, ou seja, um deles está sempre procurando o relacionamento perfeito e sofrendo enquanto que o outro entra e sai do relacionamento menos chamuscado (a) e logo está em outro. Parece então não ser necessáriamente uma condição do sexo mas da postura no relacuinamento.
À HORA DE MUDAR é agora, que tal uma reflexão a respeito?
O amor e a Copa do Mundo
Ontem oficialmente começou a Copa-2010.
Nesta época do ano é impossível ver nas ruas o clima verde e amarelo nas bandeiras nos carros e janelas, nas roupas, nas decorações nas empresas e não gostar do clima da Copa do Mundo. Todos mostrando o verde e amarelo do seu patriotismo.
Por que isso só acontece somente de quatro em quatro anos? Onde fica o patriotismo durante esses quatro anos entre as Copas?
Brasil, o país do futebol, diriam muitos. Outros completam Brasil também é o país da miséria, da corrupção, da lavagem de dinheiro, da violência e por aí vai. Somos patriotas durante a copa, mas ficamos emburrados no mês de outubro quando precisamos escolher quem irá liderar o tal país do futebol. Mas hoje também somos o país da vez, com muitas conquistas e nem valorizamos.
Vejamos: somos o único país do mundo que pode abastecer simultaneamente um carro com álcool, gasolina e gás, tudo com tecnologia nacional. A Petrobrás é a única empresa do mundo a deter a tecnologia completa de produção de petróleo em águas profundas. Temos a empresa (Embraer) número 01 em fabricação de aviões até 120 lugares, reconhecida sua qualidade pelos Estados Unidos que estão adquirindo para treinar sua Força Aérea. Único país do hemisfério sul a participar do Projeto Genoma. Que tem sua eleição totalmente informatizada desde 2000 com tecnologia própria. Já somos o quinto mercado consumidor de automóveis. 97,3% de nossas crianças e adolescentes estão estudando. Somos o segundo mercado mundial de telefones celulares. 6.890 empresas brasileiras possuem Certificado de Qualidade ISO 9000, contra 300 do México e 265 da Argentina. Somos o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.
Chega, mais tem muito mais.
Mas quem não sabe quando é o primeiro jogo do Brasil? Mas ninguém se importa com o destino do dinheiro arrecadado pelos impostos exorbitantes do país, se o ficha limpa foi votado ou não, mas se importam com a não convocação do Ronaldinho Gaucho, Ganso, etc.
Por que somente durante a Copa somos mais livres, o preconceito aparentemente diminui, estamos todos unidos por uma única vontade, ganhar a Copa do Mundo. Não seria bom que esse clima se mantivesse para sempre, que palmeirenses e corintianos dividissem o mesmo vinho na hora do jogo (nessa época está muito frio) e que o amor pelo Brasil fosse maior que nossas diferenças de raça, credo e sexo.
E o que tudo isso tem que haver com o AMOR? Tudo a haver.
Agimos da mesma maneira nos relacionamentos. Quando começamos um relacionamento é como se fosse uma copa do Mundo. Vestimos as cores do amor e torcemos juntos, e dividimos o mesmo vinho e não vemos nenhuma diferença.
Passado esse momento começamos a ver tudo de ruim no companheiro esquecendo-se de todas as outras qualidades. Ficamos comentando somente sobre os pontos fracos que muitas vezes são apenas nossa visão. Não aceitamos as diferenças que tanto nos entusiasmava anteriormente.
É HORA DE MUDAR, assim como o Brasil vem mudando temos que mudar nossa visão de amor para realmente sermos felizes.
Por que não tentar? O Brasil vem mudando e vem dando certo.
Amor para sempre
<<<<Escolha a foto e clique no video da Rita Lee
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“Amo a liberdade, por isso deixo as coisas que amo livres. Se elas voltarem é porque as conquistei. Se não voltarem é porque nunca as possuí”. (John Lennon)
“Se o amor é fantasia, eu me encontro ultimamente em pleno carnaval”. (Vinícius de Moraes)
“O amor, se não for eterno, não era amor” (Nelson Rodrigues)
“Se você sabe explicar o que sente, não ama, pois o amor foge de todas as explicações possíveis”. (Carlos Drummond de Andrade)
“Amor é prosa, sexo é poesia”. (Arnaldo Jabor)
Quando um homem e ou uma mulher sentem atração um pelo outro começa um relacionamento que é regido de maneira diferente por cada sexo.
Regido pelo hemisfério esquerdo do cérebro, tanto no trabalho como no amor, no homem prevalece o caráter prático e metódico, após uma análise objetiva de onde quer chegar, e qual a harmonia visual (o que é mais belo para si, dentro de sua concepção), e demora em demonstrar emoções.
A mulher ao contrario é regida principalmente pelo hemisfério direito, embora utilize com maior facilidade ambos, onde prevalece à intuição e a sensibilidade, a busca do aconchego e é romântica, geralmente se apaixona no primeiro encontro, idealiza o parceiro e sua relação com ele.
Quando no encontro inicial os dois percebem interesses comuns, e vem aquela sensação de ter encontrado a “alma gêmea”, inicia-se a paixão.
Na paixão entramos num estado de euforia, misturado com incerteza e medo de perder aquilo que nem sabemos se temos, mas existe uma fixação, uma paralisia mental, um encantamento. Nesse momento sentimos a necessidade de estar juntos a toda hora, de contato constante com o outro (presença física, telefônica ou virtual).
A paixão vai evoluindo e começamos a temer a perda da identidade, mas o estado de felicidade gratifica. Mais adiante, a realidade e a frieza do dia a dia, descobre-se que existem diferenças e isso pode gerar decepção e levar ao rompimento, a monotonia, ou a dissociação saudável com a busca da individualidade e crescimento de ambos.
É o momento que o “nós” se transforma em “eu” e “você”, cada um com seus objetivos pessoais, mas com um projeto de vida iniciado em comum. Agora é preciso fator maturidade para que a paixão possa evoluir e se transformar no amor, onde existe um pacto de amizade, respeito pela individualidade, cumplicidade, acrescido de uma vida erótica gratificante.
Entretanto essa diferenciação ou crescimento pessoal de um ou de ambos, pode gerar sentimentos diversos e conflituosos levando a discussões e brigas cotidianas, ou então a uma acomodação e apatia, tornando a união apenas de conveniência ou mesmo evoluir para o rompimento.
“O amor dá trabalho, muito trabalho, tem-se que regrar o jardim todos os dias. Não é para gente covarde, preguiçosa, egoísta, rancorosa, insensível ou maldosa ”.
Para se manter um relacionamento prazeroso e amoroso temos que sempre reconquistar (carinho, afeto, atenção e erotização), manter constantemente o diálogo sem preconceitos e o reconhecimento do projeto de vida em comum.
Em época que se fala muito em sustentabilidade da natureza e do meio ambiente, também para se ter um relacionamento sustentável temos que reciclar efetuar mudanças, e ambos tem que ter o desejo de continuar partilhando a vida em comum, respeitando a si e ao outro, deixando o amor prevalecer.
Estamos próximo do dia dos namorados que tal fazer um balanço entre créditos e débitos e mudar e renovar sua relação com o seu amado(a).
“SEXO É ESCOLHA – AMOR É SORTE” Rita Lee
A idade e a mudança
Lya Fett Luft (Santa Cruz do Sul, 15 de setembro de 1938) é uma romancista, poetisa e tradutora brasileira. É também professora universitária e colunista da revista semanal Veja. Iniciou sua vida literária na década de 1960, como tradutora de literaturas em alemão e inglês. Luft já traduziu para o português mais de cem livros. Entre esses destacam-se traduções de Virginia Wolf, Rainer Maria Rilke, Hermann Hesse, Doris Lessing, Günter Grass, Botho Strauss e Thomas Mann. Formada em letras anglo-germânicas, Lya tem mestrados em literatura brasileira e linguística aplicada plea Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). (fonte: Wikipédia).
Vejam que lindo texto sobre MUDANÇAS:
Mês passado participei de um evento sobre o Dia da Mulher.
Era um bate-papo com uma platéia composta de umas 250 mulheres de todas as raças, credos e idades.
E por falar em idade, lá pelas tantas, fui questionada sobre a minha e, como não me envergonho dela, respondi (72).
Foi um momento inesquecível…
A platéia inteira fez um ‘oooohh’ de descrédito.
Aí fiquei pensando: ‘pô, estou neste auditório há quase uma hora exibindo minha inteligência, e a única coisa que provocou uma reação calorosa da mulherada foi o fato de eu não aparentar a idade que tenho? Onde é que nós estamos?
Onde não sei, mas estamos correndo atrás de algo caquético chamado “juventude eterna”. Estão todos em busca da reversão do tempo.
Acho ótimo, porque decrepitude também não é meu sonho de consumo, mas cirurgias estéticas não dão conta desse assunto sozinhas.
Há um outro truque que faz com que continuemos a ser chamadas de senhoritas mesmo em idade avançada.
A fonte da juventude chama-se “mudança”.
De fato, quem é escravo da repetição está condenado a virar cadáver antes da hora. A única maneira de ser idoso sem envelhecer é não se opor a novos comportamentos, é ter disposição para guinadas.
Eu pretendo morrer jovem aos 120 anos.
Mudança, o que vem a ser tal coisa?
Minha mãe recentemente mudou do apartamento enorme em que morou a vida toda para um bem menorzinho.
Teve que vender e doar mais da metade dos móveis e tranqueiras, que havia guardado e, mesmo tendo feito isso com certa dor, ao conquistar uma vida mais compacta e simplificada, rejuvenesceu.
Uma amiga casada há 38 anos cansou das galinhagens do marido e o mandou passear, sem temer ficar sozinha aos 65 anos.
Rejuvenesceu.
Uma outra cansou da pauleira urbana e trocou um baita emprego por um não tão bom, só que em Florianópolis, onde ela vai à praia sempre que tem sol.
Rejuvenesceu.
Toda mudança cobra um alto preço emocional.
Antes de se tomar uma decisão difícil, e durante a tomada, chora-se muito, os questionamentos são inúmeros, a vida se desestabiliza.
Mas então chega o depois, a coisa feita, e aí a recompensa fica escancarada na face.
Mudanças fazem milagres por nossos olhos, e é no olhar que se percebe a tal juventude eterna.
Um olhar opaco pode ser puxado e repuxado por um cirurgião a ponto de as rugas sumirem, só que continuará opaco porque não existe plástica que resgate seu brilho.
Quem dá brilho ao olhar é a vida que a gente optou por levar.
Olhe-se no espelho…














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