Hora de Mudar
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O futuro que criamos
Posted by Eduardo Augusto dos Santos in Filosofia, Profissional on 19 de janeiro de 2012
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Mais uma etapa cumprida.
Na quinta feira (12 de janeiro de 2012) aconteceu em Valinhos – SP, no Hopi Hari, o Kick Off – 2012 da ADDMARK agora entrando na quarta foto da construção da “torre”.
Com local novo, pessoal novo e muitos desafios totalmente novos escolhi algo novo na forma, mas como tudo apenas um aprimoramento de idéias antigas.
Quando em agosto de 2006 resolvemos mudar as velas da nave para colher os novos ventos do mercado também era difícil de prever aonde chegaríamos, mas estamos chegando.
A idéia agora foi em 1 (um) dia preparar a equipe para o futuro em cenários totalmente estranhos ao que seria o convencional e para que muitos dos que acreditam na construção da “torre” pudessem consolidar suas crenças e sonhar que “sim é possível”.
O tema escolhido foi: “o futuro que criamos”.
O objetivo foi desenvolver em cada um dos participantes a certeza de que com planejamento, superação, comprometimento, trabalho, fé e coragem todos podem chegar onde sonham. Ser líder não é fácil e como trabalhamos com uma estrutura celular onde a cada momento cada um assume o papel de líder nas tarefas que melhor realiza, entender que o verdadeiro líder, antes de tudo, precisa estar preparado para ouvir a todos e saber escolher as melhores opções e então conduzir a equipe.
Foi interessante perceber que todos sem exceção cresceram mais um pouco, que venceram medos e que como eu tinha certeza se saíram muito bem nos desafios colocados a eles num novo país, nova língua, novos ambientes tudo com num clima de camaradagem, desafios comuns e muito prazer.
Os desafios mesmo quando pareciam impossíveis pelas limitações físicas (saúde, medos), recursos (como construir um barco sem material suficiente), pressão e tempo os desafios eram enfrentados e foram vencidos. Muitos se superaram vencendoseus medos, receios ou mesmo impossibilidades físicas.
Hoje, uma semana depois, conversando com os que participaram, lendo os relatórios dos consultores e dos “repórteres” posso dizer: VALEU A PENA. Espero que um dia todos se recordem desse dia como à HORA DA MUDANÇA de suas vidas.
MISSÃO CUMPRIDA
Vamos mudar? Feliz foi o Ano Velho
Posted by Eduardo Augusto dos Santos in Filosofia on 21 de dezembro de 2011
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Isso mesmo: O ANO VELHO FOI FELIZ.
No ano passado em dezembro na passagem do ano coloquei aqui no blog um texto falando da entrada na nova década e da necessidade de nos adaptarmos as novidades que sempre estão surgindo.
Neste dezembro a dez dias de entrarmos 2012 não vou desejar que nesse novo ano encontre paz, alegrias e felicidade. Não quero desejar que supere todas as suas metas e desafios, que finalmente encontre alegria no amor, que ganhe na loteria e seja sempre a pessoa mais linda e simpática do mundo.
Não quero desejar nada disso por que um ano, 365 dias, é muito pouco para todas as conquistas e tudo o mais que deseja ser, fazer e ter.
Meu desejo neste final de ano é te lembrar de todas as conquistas que teve em 2011 e você se dar conta que sim: foi um ano feliz.
Vamos retornar doze meses, está bem dez (afinal teve o Carnaval), atrás e relembrar de quanta coisa nova aprendeu, quanta vitória pessoal teve, de todas as pessoas que te apoiaram, daquelas que acreditam em você e principalmente como você se saiu em todas essas situações.
Aos poucos você foi descobrindo a vida que quer levar. Tudo bem que ainda não é a que está levando agora, a que seus pais querem que leve, ou mesmo seu amor. Ou seus amigos. Ou sua Igreja. Ou sua comunidade. Pare e reflita na vida que você quer ter e perceba que a longa caminhada já começou e em 2011 deu passos importantes.
Escolha as pessoas que lhe acompanharão nessa caminhada. Aquelas que agregam algo, que lhe dão valor e apoio incondicional. Selecione aquelas pessoas (pode ser somente “aquela” também) que quer ter ao seu lado, mas que também queira estar igualmente ao seu lado, que lhe dê prazer e batalhe bastante para que isso aconteça todos os dias, a toda hora.
Faça o que você ama e ame o que faz. Ame a quem te ama.
Tome conhecimento das suas características pessoais, do que não gosta e mude. Aprenda a mudá-las ou no mínimo a aceitá-las. Essa é a HORA DE MUDAR, pois quem você quer ser já está dentro de você, é só procurar.
Insista e não desista, seja chata consigo mesmo e vai se surpreender com os resultados e será uma pessoa melhor a cada novo dia.
Perceba quantas vitórias, quanto aprendizado, quanta coisa nova, e como um ano é muito pouco para tantos desejos. Considere 2011 como se fosse o alicerce de tudo que quer ser e ter, já que agora tem uma visão mais clara até onde quer chegar.
Então, vamos lá. Aspire, respire, aspire, respire, aspire, respire.
Pronta? Sim está, sei que está, tenho certeza. Procure dentro de você toda a força que precise e comece já.
Agora, nesse instante quando acabar de ler esse texto.
A vida está te dizendo: “Estou te esperando vê se não vá demorar!”
É hora de mudar e Feliz Vida inteira para você.
Quando uma relação está falida é HORA DE MUDAR.
Posted by Eduardo Augusto dos Santos in Amor, Filosofia on 8 de dezembro de 2011
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Nunca é fácil perceber se estamos num relacionamento “saudável e pacífico” ou se estamos insistindo em algo falido, tentando modificar o que não pode ser modificado.
Como num terreno pantanoso queremos saber se estamos pisando em terra firme, mas temos que ter claro que para salvar um relacionamento é preciso dos dois. Ninguém muda ninguém, não somos onipotentes e jamais conseguiremos modificar o outro.
Podemos até tentar, mas antes deveríamos nos perguntar: “foi ele (a) quem mudou ou fui eu”. Em geral a resposta vai ser fui EU, e aí temos que ter clareza para dizer para si mesmo: “é não vai dar”.
As pessoas evoluem, crescem e nem sempre isso ocorre na mesma velocidade para ambos e essa dicotomia acaba abrindo um poço entre os parceiros.
Pare e faça reflexões com o objetivo de saber definir se deve prosseguir e insistir na relação ou se é hora de assumir que o final chegou e partir para novos desafios.
É a HORA DE MUDAR? Isto vale para uma relação profissional ou para uma pessoal? A resposta é: vale para qualquer relação.
Pense, questione-se e reflita:
- Se os seus limites estão sendo respeitados, se você ainda respeita o limite do parceiro. Se o que impera é a falta de sinceridade e não existem mais limites e ética entre os pares, é HORA DE MUDAR.
- Se as brigas e conflitos se tornaram constantes e estão acima da sinceridade, do diálogo, do respeito e da verdade, é HORA DE MUDAR.
- Se os planos e metas deixaram de serem conjuntos e cada um está vivendo totalmente por conta própria, e a única coisa que dividem são as contas, é HORA DE MUDAR.
- Se quando está com o parceiro sente-se pressionada (o), desanimada (o), estressada (o), sem sentido nenhum (“o que eu estou fazendo aqui?”) e ainda assim insiste em modificar esses sentimentos, é HORA DE MUDAR.
- Se você sente que está dando mais de 50% (cinqüenta por cento) e recebendo menos, será que o parceiro também não está pensando a mesma coisa? Quanto você está dando e quanto está recebendo? Se o que encontrar no for 50% x 50% é HORA DE MUDAR.
- Se a sensação do término da relação te traz alivio, é HORA DE MUDAR. Se você está tão acostumada com a situação que acabou se acomodando, você não está relevando muita coisa e sim se anulando, então é HORA DE MUDAR
- Se você está com medo de ficar só e isso te assusta, saiba que você não é a única. Apenas assuma que tem esse medo. Pare e pense: se a relação não te trás mais nada de bom, não é o mesmo que estar sozinha (o)? Lembre-se a única pessoa essencial na sua vida é você mesma (leia texto nesse blog: Sozinha (o) sim, solitária (o) jamais). Se você está acomodada ou acuada com medo de ficar sozinha é HORA DE MUDAR.
Quando chega à HORA DE MUDAR temos que ser honestos conosco e não bancar o avestruz (quando ameaçado ele esconde a cabeça num buraco e deixa a bunda de fora) fingindo que tudo está bem quando o circo está pegando fogo.
Dialogar com o parceiro é essencial. Se os dois concordarem em tentar apagar o incêndio juntos e reconstruir o que está desmoronando, ótimo, mas se apenas um dos dois estiver disposto a mudar e fazer concessões, é HORA DE MUDAR mesmo, não há como prosseguir.
Uma parceria, uma relação, precisa dos dois para voltar a existir. Por mais boa vontade que uma das partes tenha, não conseguirá sozinha modificar a situação.
Ninguém muda ninguém, mas ambos podem recomeçar juntos ou com novos parceiros.
Depois de refletir, dialogue, exponha seus sentimentos ao outro. Veja se o parceiro (a) está mesmo disposto (a), assim como você a lutar pela reconstrução do relacionamento, mas seja sincera consigo mesmo e veja se você está disposta (o) a realmente lutar também ou se a sensação de término te traz alívio.
Num relacionamento saudável damos 50% e recebemos 50% , quando ambos estão traçando metas conjuntas, planos de vida, sonhos e fantasias, batalhando para que o sentimento não morra. A sensação de harmonia entre o casal é a melhor maneira para sabermos quando estamos falidos ou não em nossa relação. Um velho chavão, mas que bem exemplifica: “O amor é como um jardim cheio de rosas. Têm que ser regado todos os dias para que as flores se mantenham vivas, senão as pétalas se vão, o perfume some e só sobrará o caule cheio de espinhos”.
No caso de que realmente o relacionamento acabou, levante a cabeça e recomece. Essa experiência será o alicerce para um próximo relacionamento, agora sabendo o que vai aceitar ou não, o quanto está disposta (o) a ceder, o que realmente não vai admitir e quais são os seus reais limites.
Sempre temos que procurar é ter a paz interior, independente de estarmos sozinhos ou acompanhados.
Como está na moda, faça uma faxina interna, veja o que realmente deseja e persiga isso de forma honesta consigo mesmo. Demita de seu ministério tudo que não te faz feliz, afinal o que vale é a sua felicidade, independente das convenções sociais, estado civil e partido (vocês entenderam, não é?).
Respire fundo, decida, planeje a retirada, levante a cabeça e recomece para ser Feliz.
Os Relacionamentos estão mudando, você sabia?
Posted by Eduardo Augusto dos Santos in Amor, Filosofia on 26 de novembro de 2011
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Na novela das 21h, ligada a uma das principais protagonistas, tem uma tia meio lésbica (pode ser meio lésbica ou seria bi?), o ex-marido golpista, a garota de programa vidente, o ladrãozinho de moto, o ex-policial freelancer, a periguete safada, a médica monstro, a jornalista mau caráter.
Tudo bem que o Ministério da Justiça já advertiu a Globo por essas “cenas de prostituição, estigma, preconceito e violência familiar”, mas será que tudo isso não indica algo?
Mexo mais no controle e vou para os canais pagos e encontro uma série em que a família é constituída pelo chefe do clã e três esposas que vivem com diferenças, mas se amando e protegendo contra o mundo exterior.
Bem, deixo de procurar na TV e passo a procurar em cinema e encontro os filmes: Os três e Amizade colorida que falam de temas relacionados às mudanças que muitas vezes não percebemos ou não queremos perceber.
Podem três pessoas ou mais viver juntas se amarem entre si e serem felizes?
Podem duas pessoas de sexos diferentes se amarem e serem felizes?
Pode duas pessoas do mesmo sexo se amar e serem felizes?
Podem duas pessoas que ainda não se viram apenas teclam durante horas se amar e serem felizes?
SIM, parece que sim.
Amor é amor, independe do gênero, número, raça, condição social, credo e grau.
Parece que o ser humano ocidental está descobrindo que para ser feliz tem várias alternativas e tem que explorar todas até encontrar aquela que atende aos seus desejos e o faça feliz.
O que é importante num relacionamento seja ele qual for?
Cumplicidade, honestidade, verdade, projetos em comum, respeito, sinceridade, lealdade sempre são citados como essencial para o sucesso de uma relação, então se entre as pessoas que vão participar do relacionamento existir tudo isso por que não poderia dar certo? Seja a composição que for.
Na vida tudo é possível, desde que aja entendimento das partes envolvidas.
Eu sei do impacto que esse texto vai causar na mente de tantos. Sou inteligente e sensível o suficiente para saber que questões relacionadas ao sexo ainda são decodificadas pela maioria das pessoas com tabu, preconceito e julgamento precipitado.
Tenho discernimento suficiente e não sou desequilibrado para expor em público uma opinião e a minha própria pessoa sobre o que penso acerca de questões sexuais que a rigor são abordadas somente em sites eróticos, pornográficos ou afins.
Recebi várias manifestações de encorajamento, outras de assombro e houve até os amigos que vão sumir por não saber o que dizer. Recebi também uma agressão, que me deixou muito contente por sinal, de uma pessoa que se diz adepta dos relacionamentos abertos. Esta pessoa, que não se identificou. “jogava na minha cara” que há tempos atrás eu teria “julgado” as pessoas praticantes do relacionamento aberto.
Na realidade estou opinando a questão do relacionamento aberto respaldado na constatação de dados estatísticos e o que se vê no dia a dia, seja na televisão, cinema, livros e nos bate papos seja na net ou nos barzinho.
Claro que qualquer relacionamento que foge do homem /mulher e no real e não no virtual será julgado com mais rigor, e todos logo dirão que existe uma serie de problemas, perigos, desilusões, frustrações que podem acontecer em cada um deles. Mas pergunto: no relacionamento dito normal também não temos uma serie de problemas, perigos, desilusões, frustrações?
Será que um relacionamento, seja ele qual for quando as bases são discutidas antes não tem mais chance de dar certo, serem mais duradouros e os envolvidos mais felizes por estarem fazendo exatamente o que querem?
Portanto antes de me reduzir a pó acorde pra vida e não confunda as coisas, “não julgueis para não seres julgado”. Eu não estou julgando, eu estou apenas constatando algo que existe, sim.
Quem quiser abrir os olhos abra e quem não quiser continue na mesma e seja feliz a sua maneira.
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O importante na vida é ser feliz.
Crise, desespero? Hora de mudar
Posted by Eduardo Augusto dos Santos in Filosofia on 30 de outubro de 2011
Crise, desespero?
Quem de nós não teve momentos de desesperança? É importante que saibamos que todos nós, na vida profissional ou na vida pessoal, temos momentos que a desesperança chega, bate na nossa porta e domina nossa mente.
Nestes momentos, que são muitos durante a vida toda, parece que não temos mais saída: o relacionamento que está acabando e não sabemos por que, contas que se acumulam, salário que não aumenta, banco que liga, família que reclama, clientes que não pagam, fornecedores que não entregam, estamos desmotivados, enorme carga tributária, juros estratosféricos, o seu time que não ganha. . .
Situações de falta de esperança profissional e pessoal. São situações duras, reais, concretas.
Estamos sem força e motivação para continuar lutando, não encontramos as razões para prosseguir e sem coragem para reagir ficamos descrentes. Só enxergamos sombras e ameaças, como se todos e tudo está contra nós e que erramos em tudo o que fizemos das decisões profissionais as escolhas pessoais.
Pare para pensar e tenha calma. Com calma, muita sabedoria e muita paciência vamos perceber que chegou a HORA DE MUDAR. Sua real e até justa desesperança não pode destruir tudo que já conseguimos até aqui, tanto na vida profissional, como na vida pessoal.
Quando estamos em crise (é importante saber que todos temos nossos momentos ruins), o mais importante é a calma, a análise fria, a busca de soluções que ainda possam existir. Para enfrentar uma crise, é preciso ser capaz de mudar nossa forma de pensar e agir, muitas vezes fazendo opções nada fáceis e agradáveis, mas necessárias.
Vejo relacionamentos desfeitos em função de uma crise que, se enfrentada de maneira correta, poderiam ser salvos. Vejo decisões empresariais tomadas no desespero de uma crise que anulam anos de sucesso. Nada é pior que arrependimento e sentimento de culpa por decisões tomadas em momentos de desespero, muito piores que as sensações de abandono e desespero que tínhamos durante a crise.
Na vida profissional lembre-se que estamos vivendo num país em desenvolvimento e como que todo desenvolvimento (como na adolescência) gera crises de crescimento. Lembra quando estava na adolescência como “doía os ossos”? Era o crescimento, não era isso que diziam? Atualmente os mercado mudam com uma rapidez que nem sempre conseguimos compreender, mas onde existe uma situação extremamente negativa pode transformar-se em positiva em questão de meses. Já acumulamos experiências que outros povos não. Lembro-me que quando adolescente me falavam que os europeus sabiam uma serie de coisas por que tinham saído de uma guerra. Agora parece que é nossa vez. Já tivemos nossa poupança confiscada, já tivemos 80% de inflação ao mês, Plano Cruzado, Plano Bresser, Plano Real, já tivemos situações muito piores e as enfrentamos. Quem tomou decisões desesperadas, frente àqueles cenários pode ter se arrependido.
Na vida pessoal é semelhante. A tecnologia que nos traz tantas informações e oportunidades traz também novos hábitos, novas vontades, novas relações. Hoje o homem não é mais o provedor da relação e o centro do universo feminino, mas ainda não se deu conta disso. As relações mudaram e é preciso entender essa nova realidade.
Pense nisso tudo. Tenha calma e enfrente com fé e inteligência as crises pelas quais você possa estar passando. Elas vão passar se você enfrentá-las buscando a ajuda certa, das pessoas certas, com humildade e, novamente, com fé.
É HORA DE MUDAR.
Fracasso ou apredizagem para o sucesso?
Posted by Eduardo Augusto dos Santos in Filosofia, Profissional on 9 de outubro de 2011
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Fracasso, porque ele te sobe à cabeça?
Porque o fracasso lhe subiu a cabeça e sempre atribui a outro a culpa por não ter o tão desejado sucesso?
Está se sentindo só, abandonado? Sim, é assim mesmo. Quando triunfamos todos são pais do sucesso, quando fracassamos ficamos órfãos.
Você se sente fracassado e vive sempre desdenhando do que não pode ter, vive disperso, olha em volta e para todos os lados e nem consegue perceber que o futuro é você quem faz.
Infelizmente, muitos aprenderam a trabalhar com pessoas que têm pensamento totalmente errados a respeito de como construir uma carreira de sucesso.
Entenda que as influências negativas são muito mais freqüentes do que as positivas porque os fracassados têm mais tempo para conversar e falar de suas experiências, e ficam falando das estratégias que usaram para atingir o pouco resultado que conseguiram alcançar.
Pare e reflita: a pessoa que lhe ensinou princípios profissionais realizou os objetivos que você quer atingir? Se não, no máximo ela vai contaminar suas boas idéias com esses argumentos capciosos que te induzirão ao erro.
Você tem que optar por ações corretas. Se acreditar em ilusões como: “O problema vai se resolver sozinho”, “Agora estou muito ocupado para tratar disso”, “Quanto mais tempo passar, melhor ficará para resolver”, “Pior do que está não pode ficar”, ou então “Alguém vai resolver isso para mim”, saiba que existe perigo à vista.
Nem sempre as coisas correm como queremos, nem sempre atingimos os resultados desejados no momento planejado. Nessas alturas, o que fazer? Olhar para a realidade como fracasso? Aparentemente, esse será apenas um dos significados a atribuir à situação. Será o melhor?
Pessoas que fazem sucesso sabem que os problemas têm que ser resolvidos na hora. Quando há turbulência, é preciso que o comandante assuma o comando do avião imediatamente. Você tem quer aproveitar um problema para crescer, e para isso tem de agir instantaneamente, assumindo a responsabilidade por ele.
Se existe uma greve de um serviço essencial que atrapalha seu objetivo porque não se aproveitar do fato e resolver os problemas que estão a frente e se colocar no pódio. Pior ainda é fazer e antes ficar reclamando, jogando a culpa do problema para os outros, mesmo sabendo que vai fazer.
Quando queremos atingir objetivos devemos pensar e agir, pois os resultados criam credibilidade, e, quando as pessoas confiam em alguém, é esse alguém que receberá as maiores oportunidades de mudar o mundo.
Quando esses momentos difíceis forem percebidos por você como aprendizagens no presente e não no futuro, vai perceber que o fracasso de hoje é uma aprendizagem a caminho do sucesso, recolha já os benefícios!
Pense sobre isso! Transforme o fracasso em aprendizagem e sinta-se melhor para atingir seus objetivos.
A paranóia está batendo
Posted by Eduardo Augusto dos Santos in Filosofia on 6 de outubro de 2011
- Arnaldo Jabor (70), carioca, cineasta, jornalista, roteirista, diretor de cinema e TV, produtor cinematográfico, dramaturgo, crítico e escritor.
- Principais obras:
- Filmes: A opinião pública (1967), Pindorama (1970), Toda nudez será castigada (1973), O Casamento (1975),
Tudo Bem (1978), Eu te Amo (1980), Sei que vou te Amar (1984), Carnaval (1990), Suprema Felicidade (2010). - Livros: Os canibais estão na sala de jantar (1993), Sanduíches de Realidade (1997), A invasão das Salsichas Gigantes (2001), Amor É Prosa, Sexo É Poesia (2004), Pornopolítica (2006), Eu Sei Que Vou Te Amar, (2007)
- Prêmios: Ganhou: o Urso de Prata, no Festival de Berlim, por Toda Nudez Será Castigada (1973); o Kikito de Ouro de Melhor Filme, no Festival de Gramado, por Toda Nudez Será Castigada (1973); o Prêmio Especial do Júri, no Festival de Gramado, por O Casamento (1975); o Candango de Melhor Filme, no Festival de Brasília, por Tudo Bem (1978).
Publicado: O Estado de São Paulo – 04 de outubro de 2011
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Um dia, há muitos anos, percebi que haviam modificado a caixa grande dos Chicletes Adams (uma cor-de-rosa e outra amarela). Quem se lembra dessas saudosas embalagens? Eram caixas maiores, que tinham uma janelinha de celofane, através da qual se viam os chicletinhos chacoalhando. Assustado, notei que a janela original fora trocada por uma mentirosa abertura, desenhada com os chicletinhos impressos.
Algum executivo zeloso, para fazer bonito junto aos patrões, acabara com a visão real das balinhas frescas como a brisa, deixando-nos somente um simulacro. Isso me preocupou. Entendi que se iniciava uma época comercial menos humana (talvez a pós-modernidade), mas, por outro lado, compreendi que detalhes ínfimos podem ser indícios de momentos históricos. Por isso, como vivemos a época de encrencas insolúveis, sem um futuro claro, me ligo em bobagens iluminadoras do presente.
Por exemplo, que significa a resposta de uma telefonista, se eu lhe agradeço por uma informação e ela replica: “Imagina!…”. Que quer dizer isso? Talvez denote que eu e ela fazemos parte de um “sistema” coletivo de obrigações automáticas, sem espaço para gentilezas individuais e gratidão desnecessária. É quase uma repreensão, como se meu ‘muito obrigado’ quebrasse a lógica contínua de seu serviço. Daí a resposta: “Imagina! O senhor se acha especial?”.
Aliás, “senhor” é uma novidade. Dizia-se sempre “Sr. Fulano, Sr. Sicrano…”.
Tudo bem, mas agora usam um “senhor” no fim da frase: “Estaremos entregando a encomenda, senhor”… Ou “senhorita”. Alguém já ouviu
“senhorita” no dia a dia? Isso deve ser influência do gerúndio na dublagem de filmes americanos: “Miss Williams, we’ll be sending your
package soon”. Seria a nefasta influência do imperialismo cultural (esquerda) ou o crescimento de uma linguagem global (liberais).
As telefonistas também dizem: “Quem deseja?” ou “O senhor Fulano não se encontra…”. Isso me desorganiza. Tenho ganas de dizer: “Todos
desejam, o ser humano deseja! E o senhor Fulano não ‘se encontra’, como? Ele está em crise, perdidaço na vida?”. Nada digo, porque ela responderia: “Eu não saberia lhe informar, senhor…”.
Outro fenômeno moderno, ou melhor, “contemporâneo” (aliás, não agüento mais esta palavra ‘contemporâneo’, que tudo absolve e tudo explica: “Isso é uma merda, mas é supercontemporâneo!…”), é o tom dos falantes no celular. Em aeroportos, é comum mulheres discutindo a relação com o marido, falando alto, andando pela sala, até chorando, na linguagem ‘metapsicológica’ dos Big Brothers. Criou-se uma língua BBB, feita de súbitas lágrimas, acusações e queixumes, rancor dosado por perdões simultâneos, deixando escapar propositais intimidades, pontuadas por rápidas olhadas para conferir a reação dos circunstantes.
Aliás, por falar em celular, e as musiquinhas? Jingle Bells ou Pour Elise tocam no bolso de um executivo, que imediatamente faz um resumo da situação da empresa aos berros. Por que não fazem um celular que aperte o saco do usuário? Ele daria um grito e gemeria discretamente: “Alô?”.
E os dedinhos “contemporâneos” que não param nos blackberries e iPhones, com as cabeças baixas, digitando mensagens misteriosas? Isso me traz uma dolorosa solidão, pois ninguém mais presta atenção em ninguém ‘ao vivo’, como se o importante é o que não está ali, o desejo ‘não se encontra’ aqui, mas acolá, talvez na ‘nuvem’.
E as notícias? São eivadas de incertezas – se a Grécia quebra ou não quebra – ou de certezas impossíveis como, por exemplo: a taxa de inflação vai ser de 6,3 ou 6,7 ao fim do ano, cai em outubro e sobe em novembro. Como podem saber? Como se mede isso? Por que não tomam medidas essenciais como cortar gastos públicos em vez dessa irritante roleta brasileira de palpites? Claro que os ‘pentelhos’ e seus aliados feudais não deixam.
Por que as paradas gay têm três milhões e os evangélicos quatro milhões e a marcha contra a corrupção no Rio só 2.500 pessoas? É a medida clara de nossa alienação política.
E as queimadas e desmatamentos? O governo fala disso como se referisse a outro país, com um lamento impotente: “O equivalente a mil campos de futebol foram queimados em um mês…”. Por que a medida ‘campos de futebol’? Para deprimir corintianos? Aliás, entristece-me ver os times de futebol com anúncios no peito dos jogadores. Sou um babaca romântico, claro. Mas os times heróicos vendendo Hyundai e Kalunga me doem.
E os garçons simpáticos? Sempre que eu peço um guaraná, ouço invariavelmente: “Com gelo e laranja?”. Por quê? O meu guaraná indígena não basta? Sempre tenho a esperança de encontrar um “old timer” que me pisque o olho e faça a bela pergunta antiga: “Da Brahma ou da Antártica?”.
E a demarcação das terras indígenas, e as paisagens condenadas? É politicamente incorreto ser contra 11 mil índios que dispõem de dez mil metros quadrados cada um na ‘Raposa do Sol’, índios de bermuda e relógio. Por quê? Não podemos mais admirar uma paisagem sem que um chato não diga: “Olha bem, que está acabando…”.
Repugnam-me células fotoelétricas em bicas de banheiros chiques. Você mete a mão ensaboada debaixo de uma bica dourada e a água não sai. Você tenta de novo, nada; até que o faxineiro te instrui a posição certa, esperando gorjeta, mas a água jorra e para, antes de lavar o sabão cor-de-rosa ou cor de diarréia. E o aparelho de secar mão que uiva como uma boca de hipopótamo? E os cremes de rosto e dentes, om a bisnaga vazia pela metade, para faturar uns reais dos otários? E as giletes turbinadas cujas caixas só têm duas unidades? E o papel higiênico ‘folha fina’, que se esgarça entre as unhas? Abomino e-mails em cascata, com as piadinhas da hora, tenho asco de pequenas besteirinhas como gente dizendo-me “bom descanso” ou “bom trabalho”, pagode careta, casais que se casam e se separam na Caras, e, pasmem, não agüento mais ‘bunda’. Isso, no bom sentido, claro, mas não agüento mais ver ‘melancias, melões e moranguinhos’ em toda parte, outdoors, revistas… A economia de consumo é embalada pelas bundas. Viram? A paranóia está batendo… Santo Deus, que será de mim?
Problemas? Oba, eu tenho a solução
Posted by Eduardo Augusto dos Santos in Filosofia, Profissional on 12 de setembro de 2011
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Você quer uma vida melhor? Quer crescer? No entanto, parece nunca ser capaz de superar os problemas que lhe surgem?
Se quando um problema surge a sua frente, você entra em pânico e não consegue de identificar a raiz dos problemas trate de encontrar formas de ultrapassar essas preocupações paralisantes (auto-sabotagem), pois isso é fundamental para viver uma vida significativa.
Afaste-se temporariamente do seu problema (interno ou externo) para poder enxergar melhor suas opções e não se deixe levar pelos seus sentimentos e emoções, pois nessas circunstâncias na maioria das vezes serão sentimentos depressivos, angustiantes e que te paralisam.
Os grandes problemas, de alguma forma, vão dando sinais de fumaça bem antes de virarem um beco sem saída. Lembre-se: onde há fumaça há fogo. Ao primeiro sinal de fumaça pare, pense e enfrente logo o problema, é mais fácil quando tudo está começando.
Analise o que te impede de abrir sua mente e mesmo que lentamente, comece a sentir para onde o vento está soprando. Encontre pelo menos uma razão, uma só, e mesmo que ela não seja responsável sozinha tenha certeza que se rompida a sua imobilidade, vai te permitir abrir os olhos de uma vez por todas e vencer as resistências de mudar.
Por que resistir em ver o mundo com novas formas, resistir a sentir as novas direções do vento, resistir a mudar de direção, resistir a mudar só porque um dia assim dava certo, resistir a rever seus próprios valores, resistir de colocar em dúvida verdades que estão ultrapassadas e então começar a enxergar novos caminhos.
Pare de resistir a mudanças se a HORA DE MUDAR chegou.
O velho significado de resistência também mudou. Resistência já foi sinônimo de força, bravura, heroísmo, invulnerabilidade, mas agora significa teimosia, atraso. Resistir é manter você no “status quo” acreditando nas mesmas coisas, alimentando velhos paradigmas.
Chegou à HORA DE MUDAR. Jogue para cima a resistência ao novo.
Consulte se no seu emprego ou na sua vida particular há alguma conduta que mantém por puro capricho ou inércia. Se você for sincero (a) consigo mesmo logo vai encontrar respostas renovadoras, idéias inovadoras e mundos novinhos em folha, cheio de oportunidades a serem exploradas. A inércia também é uma forma de resistência passiva.
Troque de lentes para enxergar melhor e realizar as mudanças em sua vida, renove suas crenças e liberte sua mente. Ao trocar as lentes com que olha o mundo vai enxergar novos horizontes.
Quando se vive num círculo fechado de amigos, ambientes, locais que freqüenta, assiste aos mesmos programas sempre e só viaja aos mesmos lugares sua vista está cansada. Vamos mude de lente e não tenha medo de mudar. Aprenda vendo e vivendo um novo mundo. Mude de ambiente, de local, de forma de trabalhar. Conheça novas pessoas, novos locais, assista outros programas de TV, invente novos passeios.
Será que porque todos estão indo para um mesmo lado, eles estão indo no rumo certo ou é só um estouro da boiada? Ouça pelo menos uma vez sua voz e destrua suas crenças antigas e vai enxergar oportunidades que não consegue ver a olho nu. Surpreenda a si mesmo tomando caminhos que nunca sonhou tomar.
Se liberte deixe sua mente voar. É preciso ter mil idéias para encontrar uma que vá te levar a felicidade. Faça esse exercício sem censura, sem críticas mesmo quando elas merecem e novas oportunidades surgirão.
O mundo está cada vez mais complexo. Daqui para frente às coisas nunca mais serão fáceis!
E isso é bom! Bom? Sim, porque as pessoas vão poder cada vez mais gritar: “Problemas? Oba!”. Porque saberão que estarão diante de oportunidades de crescer e de fazer mais sucesso”.
É preciso saber viver nesse novo e “admirável mundo novo”. Entender que hoje temos muitas alternativas para tudo, seja na nossa vida
pessoal como profissional e se adaptar aos novos tempos é fundamental.
Com a rapidez com que as mudanças acontecem hoje em dia deixando o mundo 100% mais complexo, a vida exige que sejamos 100% mais competente.
Se as empresas cortarão cada vez mais custos, lançarão produtos cada vez mais rápidos e com garantias de anos, os clientes ficarão cada vez mais exigentes, as coisas serão exigidas cada vez mais “para já” e a comunicação vai expor os mínimos erros e deslizes.
Na vida pessoal é a mesma coisa. Com os sites de relacionamentos as distâncias diminuíram, nossas vidas são invadidas, as relações exigem mais cumplicidade e lealdade. Não basta fingir fidelidade é importante a lealdade.
O novo mundo vai escolher pessoas que ficam felizes quando encontram um problema pela frente e tratam de resolvê-lo.
Então, perguntem ao seu companheiro (a), superior ou ao seu cliente quais são os problemas que estão tirando o seu sono e procure resolvê-los.
Tenho certeza de que quando você aprender a resolver “problemas” seja quais for sua vida passará a ter o sentido, o esplendor que você procura.
Pense sobre isso, aprenda a resolver problemas e prepare-se para o futuro e encontre a felicidade de viver.
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Sozinha (o) sim, solitária (o) jamais.
Posted by Eduardo Augusto dos Santos in Amor, Filosofia on 14 de agosto de 2011
Para muitas pessoas ficar sozinha com o medo do vazio é o “fim do mundo”, mas é preciso saber que se isolar por alguns períodos não é condenar-se à solidão.
Estar somente consigo mesmo pode ser um interessante mergulho interno para observar e se conhecer mais, as pessoas, a natureza humana e o mundo que hoje vivemos.
Os momentos de solidão são importantes para o autoconhecimento, para se fortalecer o que e como realmente você quer, para que suas próximas relações sejam saudáveis.
Veja, ser sozinha (o) não tem nada a ver com ser solitária (o).
A solidão pode também ser uma péssima conselheira se ansiedade tomar conta do seu espírito. Muitas (os) com medo de ficarem sozinhas (os) permitem em sua vida relações destrutivas, colocando sua felicidade na mão de outros não percebendo que é muito simples ser feliz e se negando a oportunidade de descobrir que a felicidade mora dentro delas mesmas.
Quando você se conhece bem e atinge a maturidade nos relacionamentos você pode (e só você) direcionar positivamente suas emoções e pensamentos.
Não precisamos sempre ter alguém para comemorar algo, às vezes temos que comemorar a nós mesmo e a vida sozinhas (os) e ficar sem conversar não é sinônimo de solidão. Imagine por exemplo que encontrou alguém que te entende e te preenche totalmente, pode e deve querer comemorar consigo mesmo.
Para muitos é complicado ficar sozinha (o), mas há na solidão um poder libertário, onde é permitido fazer o que se quer a hora que quiser e como bem entender, sem dar satisfação a ninguém e nem fazer o que não quer. Também você terá a oportunidade de conhecer aspectos internos seus que quando estamos acompanhados não temos a oportunidade de explorá-los.
A solidão não necessariamente está relacionada à quantidade de pessoas que estão por perto, você pode até estar sozinha fisicamente, porém sentir-se plenamente acompanhada por pessoas queridas que preencham sua alma. (Vide o texto nesse blog: Amiga solidão)
Quando estamos numa fase de transição, de mudanças, claro que temos momentos nada satisfatórios em estar sozinha (o). Se você está vivenciando o fim de um relacionamento, a perda de um emprego sem motivo justo, mudança de cidade ou quando falece alguém querido realmente ficar só é difícil, mas não impossível.
Já quando a solidão se torna crônica isso representa um problema e você não pode deixar isso acontecer, pois com o medo de ficar eternamente só pode desejar ter por perto outras pessoas, qualquer pessoa. Como nesse momento vai estar fragilizada (o) vai se aproximar da primeira pessoa que te acenar, mas não há a certeza que se pode acreditar e confiar nas pessoas. Este pode ser um sinal que o limite saudável está sendo ultrapassado. Cuidado.
Nestes momentos de solidão muitas vezes vai ter a impressão de estar sempre ameaçada e que isso nunca vai acabar, mas felizmente na maioria das vezes não é verdade.
Pare, pense positivo e tranqüilize seu coração, é apenas à Hora de Mudar que chegou, é a vida mudando de rota e para isto, às vezes é preciso de tempo, para encontrar novos estilos de vida, caminhos, trabalhos, amores, amigos para alcançar novamente a felicidade.
É importante que se você está sozinha (o) por opção ou acaso do destino aproveite esse momento para se conhecer, se curtir e se amar, pois ninguém irá cuidar melhor de você do que você mesma. Se fizer isso você vai descobrir que é possível você ser a sua melhor companhia, a melhor amiga e conselheira, mas lembrem-se tudo depende de você!
O mais importante é a qualidade das relações e não a quantidade deixe as coisas acontecerem naturalmente sem pressa e você vai fazer novas e prazerosas descobertas.
Mesmo sentindo um vazio interior não tente desesperadamente preenchê-lo a qualquer custo, pois geralmente você vai encontrar saída que na maioria das vezes não são boas e nem duradouras e vai se machucar. Não tenha pressa.
Você tem que descobrir o equilíbrio entre os momentos que quer alguém por perto e a necessidade de ficar sozinha (o). Você pode estar sozinha (o) fisicamente e sentir-se plenamente acompanhada, e vice-versa, tudo depende.
Muitas vezes a solidão pode ser vivenciada com muito sofrimento e angústia, respeite esse seu momento, transforme essa situação em algo positivo para quando tudo passar você esteja mais fortalecida (o).
Não se preocupe nenhuma tempestade, por mais forte e intensa que possa ser, irá durar para sempre. Na vida tudo passa tanto o que é bom quanto o que é ruim, aproveite cada momento para crescer.
Esse momento de solidão te permite à meditação, a reflexão, o se conhecer interiormente e se aproveitar bem o momento podem ser preenchidos de maneira saudável com pensamentos e ações positivas.
Entenda a solidão e evite ser uma solitária.
“Se entregue para as coisas boas da vida. Agora que você sabe muito bem VIVER SOZINHA aprenda a VIVER COM ALGUÉM.
A solidão é uma boa amiga… É muito importante, mas só o que não podemos deixar acontecer… é virar “casamento”.
O Raul (Max Gehringer)
Posted by Eduardo Augusto dos Santos in Profissional on 13 de agosto de 2011
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Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente. Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito net working ou marketing pessoal.
Figuras como o Raul. Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio. Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho.
Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho – com tinta nanquim. Já o Raul nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena. Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase. Deu no que deu.
O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena, que,além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas. No dia da formatura,o diretor da escola chamou o Pena de “paradigma do
estudante que enobrece esta instituição de ensino”. E o Raul ali,na terceira fila,só aplaudindo.
Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como sempre,ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos. E quem era o chefe do Pena? O Raul. E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição?
Ninguém na empresa sabia explicar direito. O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação.
Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava. Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito. Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa. Quando conversou comigo,o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite. Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta. E eu perguntei ao Raul qual era a função dele.
Pergunta inócua,porque eu já sabia a resposta. O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.
Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o Vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul. E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável:…
ELE ENTENDIA DE GENTE!
Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos. E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima:
“Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo”.
Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas. Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert e todo pintor comum, um gênio. Essa era a principal competência dele.
“Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas, o verdadeiro Grande Homem é aquele que faz com que todos se sintam Grandes”.


















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