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Sair ou não sair com um “ex”?
Posted by Eduardo Augusto dos Santos in Amor on 20 de maio de 2012
Sair ou não sair com um “ex”?
Quando terminamos um relacionamento fica um vazio. Chega o sábado à noite e não temos nada para fazer e o telefone não toca. Nosso pensamento voa para os momentos que passamos juntos e fica a saudade.
Quando os “ex” ligam, com certeza, estão querendo relembrar os momentos especiais dos velhos tempos. Nesse momento nossos sentimentos são conflitantes, se por um lado queremos estar com a pessoa que um dia tivemos momentos prazerosos, por outro lado sabemos que lidar no dia seguinte com o sentimento de culpa ou a incerteza sobre seus sentimentos será muito ruim.
Claro que ainda sente um desejo de estar com o “ex” namorado, namorada, marido, mulher ou um ficante, mesmo que o amor já não exista mais. Afinal criamos uma afinidade, uma intimidade e aprendemos a conhecer o outro e já sabemos o que cada um gosta.
Mas procurar um “ex” é uma “fria”. É importante após uma separação fazer um período de luto, para se acostumar com a ausência do “ex” e reconstruir uma nova vida.
As razões podem ser muitas. Para a mulher que se sente mais a vontade com ele do que com um estranho para aproveitar o momento ou para o homem que vai sentir que ela está mais a vontade para novas as experiências.
Se o amor acabou, mas o desejo permanece estamos diante de uma situação muito ruim, pois é muito fácil confundir as coisas e criarmos falsas esperanças em um dos envolvidos. Carentes, pode fazer com que um dos dois pense que este encontro será a porta da felicidade para uma nova etapa do relacionamento. Nada mais falso.
Saber lidar com essa vontade é importante para que um novo sofrimento não venha acontecer. A pior coisa que tem é quando a pessoa sabe que vai se frustrar, mas não consegue recusar os convites com dó ou mesmo sentimento de culpa pelo termino do relacionamento.
Para evitar que esse novo sofrimento ocorra você deve conhecer seus limites e respeitá-los. Não se deixe levar pela emoção do momento. Se pergunte: “estou preparada para sair com o “ex” e ficar numa boa”?
O importante é respeitar sempre seu tempo interno, se preparar para ver o outro apaixonado e até receber um “não” definitivo. Quanto mais conseguir se afastar, não ver, não falar ao telefone, ou procurar saber dele na internet mais rapidamente essa fase passará.
Um mero encontro sem compromisso com o “ex” acaba sendo usados para manter um vínculo com o outro e o problema dessa situação é se alguma das partes ainda nutre a esperança da volta. Para que voltar a sofrer, sabendo que quem foi seu e que está agora contigo, porém está saindo também com outras pessoas.
Mesmo as pessoas que conseguem se separar e manter a amizade, e continuam a sair sem compromisso e mesmo tendo sexo constante, cada vez que o ex anuncia que está namorando sério, vai ser sentir traída, humilhada, com raiva e ciúmes e sofrer muito.
Para que passar raiva novamente, mesmo que os atos indicam um compromisso, na realidade não passa de um passatempo.
Vamos esqueça. Ao sair com o “ex” não tenha dúvidas, a insegurança vai chegar e forte. Você deseja um compromisso sério com o “ex”, mas tem só terá alguns encontros e vai sofrer por isso.
Não adianta achar que ficando com “ex” vai ter controle sobre ele. Essa amizade colorida não vai fazer bem para sua saúde mental e emocional.
Saia dessa. Não adianta querer ficar com o “ex” por amá-lo ainda e achar que o tempo que tiver com ele basta. Por que ficar com migalhas se tem tudo para ter um novo e renovado amor? Não adianta dizer que não consegue dizer não ao convite dele, perceba que está se enganando, fazendo algo contra a sua vontade e que já sabe o final. Quando não existe mais o vínculo afetivo (paixão, amor), não devemos prosseguir insistir, é a HORA DE MUDAR.
Mude e viva novamente FELIZ.
Começo, meio e fim
Posted by Eduardo Augusto dos Santos in Amor on 6 de maio de 2012
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Tudo tem um começo, meio e fim. Só é importante saber que o fim só existe para quem não percebe o recomeço.
Em nossas vidas nada, nada, absolutamente nada do que acontece poderia ter sido diferente. Nem mesmo o menor detalhe. Tudo que acontece foi o que poderia ter acontecido, e sempre aprendemos alguma lição para seguirmos em frente. Não adianta ficar pensando: “se eu tivesse feito tal coisa…”, “aconteceu que tal coisa…”. Aconteceu o que tinha que acontecer. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.
Sem que nos apercebamos chega um momento certo em que estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas. Existe sim o momento certo para que as coisas aconteçam, nem antes, nem depois.
Sempre que você reiniciar é o momento certo e a HORA DE MUDAR.
O melhor que temos que fazer é entender que quando algo termina, acaba realmente. Simplesmente assim. Quando algo acaba em nossas vidas foi para a nossa evolução, por isso, é melhor seguirmos em frente e nos enriquecermos com cada experiência.
Todas as pessoas que passam pela nossa vida são importantes, ninguém está em nossa vida por acaso. Com cada pessoa que interage conosco sempre tem algo que nos faz aprender e crescer em cada situação.
Quando um relacionamento acaba temos sempre lembrar que amar é algo voluntário, de livre escolha e não algo obrigatório. Nunca implore por amor, pois isso diminui sua autoestima.
Pense positivo. Não chore por uma relação que não era para você.
Nunca fique com pena, isso é a pior coisa que pode fazer, pois ninguém é culpado de nada e ficar com a culpa do fim do relacionamento machuca muito. Não se desgaste com sentimentos de culpa, o amor também se desgasta e a culpa não é inteiramente sua é sempre dos dois.
Também nunca force ninguém a ficar com você por pena, é a pior coisa que pode fazer. Quando a deixam é porque não havia mais amor, não há o que fazer para o amor voltar.
Amor é como um jardim de flores que requerem constantes cuidados e mimos, caso contrário secam.
Olhe para dentro de você e veja como é interessante, bonita (o). Você é mais que um objeto e uma pessoa maravilhosa que precisa brilhar. Mude o visual, faça coisas interessantes que goste. Conheça novas pessoas, frequente novos ambiente e pode encontrar outra pessoa como você que também procura alguém para amar.
Como falo no texto “Flechas do Amor” neste blog:
“Algumas pessoas durante a vida conseguem lançar esse veneno (amor) muitas vezes, mas outras usam só uma vez e morrem com um enorme suprimento guardado no frasquinho (coração). Precisamos entender que podemos reabastecer esse frasquinho quantas vezes quisermos, só precisamos estar preparados para pagar o preço de uma nova paixão.
Não podemos desistir nunca, devemos tentar sempre; uma das vantagens é que cada nova relação enfeita a nossa vida de uma maneira diferente, nos leva para dentro do um mundo novo, enriquecendo o nosso.
Acredite no que digo: só devemos nos arrepender das coisas que não fizemos e queríamos fazer.”.
“Se um dia você tiver que escolher entre o mundo e o amor, lembre-se: Se escolher o mundo ficará sem amor, mas se você escolher o amor, com ele conquistará o mundo”. ALBERT EINSTEIN
Crise dos 30
Posted by Eduardo Augusto dos Santos in Amor on 1 de maio de 2012
♥
Homens e mulheres vivenciam a crise dos 30.
Então por que parece que para as mulheres essa fase é muito mais crítica?
Engano, nessa fase os homens também sentem os mesmos sintomas, mas os questionamentos é que são outros. As reações são diferentes, o homem é mais racional a mulher mais emocional.
Essa é a fase que normalmente os homens questionam se o emprego que tem desde a formatura da faculdade é a empresa certa, se sentem falta de outros idiomas e ou de um MBA ou pós.
Se for casado é nessa fase que vai enfrentar a primeira crise financeira do casal pois não fez nenhuma reserva financeira, afinal o período de lua de mel já passou onde tudo era fácil e normal para os dois, porém agora os planos e objetivos são outros.
De repente o homem se pega achando que as baladas já não são como antigamente e só tem molecada, sem se aperceber que não moleques, mas ele que envelheceu. Vai reparar que os programas estão se tornando um jantar em sua casa, outro em outra casa, um churrasco com outros casais e assim vai.
Sim, ele também vai se pegar vendo que está ficando careca, que sua pele anda ressecada, uma ruga de expressão aqui outra lá e a dúvida cruel deve usar uma roupa mais sóbria ou continuar no seu estilo jovial. Enfim um pé na canoa da juventude e outro na canoa da maturidade.
O tempo passou e agora parece que qualquer erro pode ser fatal. Essa crise pega muita gente no contra pé, mas se vivida com equilíbrio e sabedoria pode ser uma fase de muitas conquistas. A primeira vitória é estar vivo, pois as estatísticas mostram que é até essa idade que mais homens morrem.
Para as mulheres tem tudo isso acima e mais algumas outras. Mais sensíveis, tudo parece conspirar contra e cada filme, cada novela, cada livro e pasmem cada comercial na TV faz com elas repensem a vida (lembra-se de um comercial de celular que dizia que ela estava saindo de um relacionamento e liga para um ex-colega de faculdade para desabafar e a vida dela muda?).
É quando repensam os relacionamentos, muitas vezes entrando num relacionamento a procura de voltar à juventude, não aceitando a maturidade.
Não há como negar, é aos 30 que a maturidade bate a porta, acabou a infância, a adolescência, os 20 e poucos anos onde nada era compromisso.
Agora são tantas as cobranças e vem um tsunami de questionamentos. Será que estou fazendo o que gosto? Será que vou casar? Será que vou ter filhos? Será que estou ficando velha? Será que eu estou no caminho certo? Será que estou num bom emprego? Será…? Será…? Será…?
Nessa fase homens e mulheres, sentem a sensação de que as coisas agora são mais definitivas.
Mas aceitar que se pode errar em qualquer idade e é sempre importante analisar o erro para evoluir, então por que a neurose?
A mulher reluta em assumir que está deixando de ser uma garota para finalmente ser realmente uma MULHER, uma balzaquiana (era assim que se dizia antigamente).
Vejam que interessante esse termo Balzaquiana ou mulher balzaquiana surgiu com a publicação do livro A Mulher de Trinta Anos (1831-32) do francês Honoré de Balzac e que se refere às mulheres na casa dos 30. Em seu livro, Balzac elogia as mulheres de mais idade (30 anos) que, amadurecidas, vivem o amor em sua plenitude em completa oposição a tradicional figura da moça romântica que na época no máximo tinham 20 anos. A personagem principal, Júlia d`Àiglemont, representa a mulher mal casada, que após anos de infelicidade, chega aos 30 e consegue encontrar o amor nos braços de Carlos Vandenesse.
Nesta fase tem uma perguntinha chave, muito simples, mas que se torna muito complexa para responder: “o que eu estou fazendo da minha vida?”.
É nesse momento que a cabeça entra em parafuso e outra pergunta surge: “o que eu já fiz de concreto na minha vida até agora?”.
E não encontra nada. Até que você estava feliz com a vidinha que ia levando, os namorados, os passeios, os papos com amigas, o trabalho. Aí se dá conta que tinha outros planos que acabaram esquecidos na gaveta do armário da sua cabeça. Planejou conquistar muita coisa e se dá conta que não conseguiu e a vida está passando.
Seu senso de urgência aflora com medo de se tonar uma velha (o) careta e se acomodar com esse marasmo.
Se você tem algum conhecimento da vida e alguma maturidade vai passar essa fase bem e vai até perceber que ao contrário tem sim muitas conquistas feitas ao longo dos anos só que até agora não tinha se dado conta. Uma profunda auto-avaliação vai te mostrar o caminho a tomar nessa encruzilhada da vida.
É na crise dos 30 que se inicia o verdadeiro processo de autoconhecimento em que começamos a nos levar mais a sério e é o nascimento e batismo da vida adulta.
A vida está apenas começando e o resultado desse processo é a sabedoria chegando.
Lembrem-se as mulheres são mais ansiosas e questionadoras, então é importante saber que sempre estarão se questionando e saber priorizar os desejos pode ajudar a aliviar todo desconforto e insatisfação com as cobranças.
Comece mudando a forma de pensar aceitando que são questionadoras por natureza e que provavelmente sempre estarão insatisfeitas com algo na vida, pode ser um caminho.
E finalmente para ultrapassar essa fase com menos sobressaltos que tal rever essas atitudes:
1. Errar é humano persistir é burrice. Controle a ansiedade e o perfeccionismo, ninguém consegue ser perfeito o tempo todo, portanto os erros fazem parte do aprendizado da vida.
2. Saia da mesmice. Trate de mexer o corpo fazendo algum exercício, ele vai melhorar seu humor, e você está precisando disso.
3. Pense positivo. Veja o lado bom das coisas, essa é a grande chave para a felicidade. Se pensar em coisas boas, coisas boas acontecerão (Lei da Atração).
4. Sonhe, só realiza os sonhos quem sonha. Durma bem para repor as energias. Dormir bem é tão importante como beber, comer, respirar e os sonhos ajudam a elaborar o seu mundo interno.
5. Ame mais. Se o relacionamento não está mais te dando prazer, mude. O amor está em toda a parte desde que você esteja pronta para receber.
6. Zele por você. Se cuide para você mesmo
7. Trabalhe com prazer. Trabalhe no que gosta. Faça do trabalho um momento de prazer.
Aproveite essa crise é HORA DE MUDAR de vida.
Mudanças à vista – Fábrica de Sonhos (Filme)
Posted by Eduardo Augusto dos Santos in Filosofia, Profissional on 24 de abril de 2012
Quando as mudanças começam a ser percebida pela maioria é importante sabermos que elas começaram muito antes.
Como que por acaso, fuçando entre os filmes disponíveis no final de semana encontrei um que exemplifica exatamente isso. Pela sinopse que li não me levava a isso, era mais uma comédia sem compromisso para um domingo à noite.
Para minha grata surpresa o filme se supera nos aspecto de como temos que estar atentos às mudanças que vão ocorrendo ao nosso redor, seja no aspecto profissional ou pessoal.
Kinky Boots – Fábrica de Sonhos é baseado em uma história verídica ocorrida em Northamptonshire, na Inglaterra; do mesmo pessoal que fez o interessante filme “Garotas do Calendário”.
Durante décadas, a família inglesa Price produziu requintados e tradicionais sapatos masculinos.
Criado e treinado em todas as atividades da fabrica da família para suceder o pai no comando Charlie resolve ir trabalhar em Marketing na cidade de Londres acompanhando sua noiva.
Ao chegar lá e durante a comemoração da mudança recebe um telefonema comunicando a morte do pai.
Retorna a fabrica e descobre que ela está à beira da falência. Charlie recorre a um inusitado consultor criativo: uma drag queen cantor de cabaré – Lola.
Com um estilo de extravagante e os mais loucos designs, ele vai transformar a velha loja de sapatos na nova sensação da cidade e no desfile na tradicional Feira Internacional de Calçados de Milão.
Engraçado e original, Kinky Boots – Fábrica de Sonhos é a prova de que quem não arrisca não petisca e que é preciso estar atento a mudanças e aproveitar as oportunidades.
O que era para ser somente uma comédia de final de domingo se torna uma lição de humor sofisticado, de superação de preconceitos, dogmas e ação.
Vale a pena assistir.

Título em português: Fábrica de Sonhos
Título original: Kinky Boots
Com: Linda Bassett, Joel Edgerton, Chiwetel Ejiofor
Diretora: Julian Jarrold
Gênero:Comédia
Origem: Reino Unido
Ano: 2005
Confiar ou não confiar? Eis a questão
Posted by Eduardo Augusto dos Santos in Filosofia on 27 de março de 2012
Tenho pensado muito como quero resolver algumas situações.
Pensei, pensei e resolvi compartilhar meus pensamentos sobre o assunto mesmo sabendo que é uma opinião bem pessoal.
O faço porque cheguei à conclusão que pode ajudar na reflexão a quem ler este post e que como eu quer entender a si mesmo e principalmente entender aos outros que o cercam no dia a dia.
Ao longo de nossa vida vamos convivendo com várias pessoas, a família, os amigos, os conhecidos, os colegas de trabalho e as más companhias. Para cada um vamos atribuindo um grau de confiança baseado em aspectos subjetivos inicialmente. Normalmente confiamos mais numa pessoa de nossa família do que num estranho que acabamos de conhecer numa reunião, mas será que nosso parente é melhor que a outra pessoa?
Nem sempre. Geralmente nos machucamos mais com as pessoas que “coloco a mão fogo por ela”, seja parente ou não.
É bem difícil saber se devemos ou não confiar em alguém. As duas opções apresentam riscos e são perigosas, principalmente num mundo conturbado por despreparo, displicência, pouco caso, enganos, superficialidades e traição.
Claro que todos nós precisamos de amigos de confiança que nos apóiem em momentos de dificuldades.
Então por que é perigoso?
Porque sempre tem os aproveitadores, lobos vestidos de cordeiros, que com sua lábia, conseguem manipular as situações para tirarem vantagens para si e prejudicar as pessoas de boa fé.
Confiar em demasia pode nos levar a sermos enganado e geralmente isso acontece porque queremos que seja verdade o que o “lobo” nos conta, nos deixamos ludibriar pelas várias pequenas mentiras que vão nos dando a pretensa confirmação da mentira apresentada.
E se pensas que só os ingênuos são enganados você se engana. Todos nós podemos ser envolvidos e levados a acreditar cegamente nessas histórias simplesmente porque desejamos que fosse verdade.
Somos enganados porque fechamos os olhos aos detalhes, porque acreditamos na conversa “mole” e fácil, enganando a nós mesmo. Temos a tendência de sempre crer no que desejamos mesmo que seja a coisa mais impossível.
É preciso abrir a caixinha da nossa mente e olharmos tudo com muita paciência e racionalidade. Confiar apenas em nossos sentimentos ou na emoção pode ser muito perigoso.
Mesmo pessoas muito alertas e cuidadosas muitas vezes são enganadas por pessoas aparentemente de confiança. Como confiam abaixam a guarda e não prestam atenção nos sinais, nos detalhes.
Mas, também não confiar em ninguém ou em nada pode ser perigoso.
Como pode uma relação ser feliz e íntima sem a confiança? A desconfiança exagerada pode tornar uma pessoa infeliz e sem amigos e parceiro.
Sou da opinião que mais vale sermos enganados às vezes, do que não confiar em ninguém.
Não vale a pena por conta da desconfiança ter sérios problemas de saúde e estudos científicos provam que isso pode acontecer. Se aceitarmos a idéia que às vezes podemos nos enganar sobre alguém ou sermos enganados, sofreremos menos e isso nos previne, por exemplo, de sérios problemas de um ataque cardíaco que pode até matar.
Não podemos ser ingênuos e inexperientes e acreditarmos cegamente em tudo e em todos, mas devemos sim olhar e analisar bem onde e em quem devemos depositar nossa confiança.
Se estivermos alerta aos riscos é mais fácil nos prevenirmos, da mesma maneira que fazemos ao atravessar uma ponte velha, quando vamos comer comida japonesa ou vamos num brinquedo de alto risco num parque de diversão.
Examine tudo, cada detalhe, cada palavra, cada gesto do mesmo jeito que ao ir numa joalheira para comprar uma jóia antes você se informará da idoneidade da loja, do modo como vai ser tratado, da autenticidade do brilhante que vai comprar. Não se compra uma jóia de quem não se confia.
Não tenha pressa em confiar, mas também não se apresse a julgar má fé.
Eu escolhi presumir que com quem me relaciono (pessoal e profissionalmente) desejam fazer o que é melhor para mim.
Penso assim: Se eu for enganado uma vez a vergonha será dele, mas se eu for enganado duas vezes a vergonha será minha.
Nos relacionamentos a falta de confiança é o fim do relacionamento, seja ele pessoal ou profissional.
É preciso ser tolerantes aos erros e imperfeições dos outros. Nem sempre a traição foi intencional, pode ter sido resultado de um momento de fraqueza que a pessoa depois fica a se lamentar profundamente.
Ficar remoendo a traição não é bom para a saúde e nem pode impedir de confiar em outras pessoas. Na maioria das vezes as experiências amargas e negativas nos fazem crescer nas futuras relações.
É sempre melhor confiar demais do que confiar jamais.
Homenagem à Chico Anysio
Posted by Eduardo Augusto dos Santos in Filosofia on 24 de março de 2012
Com 80 anos, 64 anos de carreira e mais de 200 personagens morre hoje o maior comediante do Brasil.
Chico Anysio com seus personagens divertiu o público e marcou gerações.
Quem não se lembra do Professor Raimundo e sua escolinha que ainda hoje é copiada?
Também fazem parte o Alberto Roberto (símbolo sexual), Zelberto Zel (sátira a Gilberto Gil), Baiano (sátira ao Caetano Veloso), Baiano & os Novos Caetanos, Pai de santo Rui mais conhecido como Painho, Al Cafone (gângster brasileiro), Justo Veríssimo (político corrupto), Haroldo (personal trainer homossexual), Bento Carneiro (vampiro), Salomé (velhinha gaúcha), Azambuja (malandro carioca), Bolada (fanático por futebol), Boris (carnavalesco gay), Bozó (pretenso funcionário da Rede Globo), Caetano Codô (Sarney), Caio Malufus (Maluf), Canavieira (político corrupto), Salomé (idosa gaúcha), Popó (museólogo aposentado), Tutoia (corintiano), Tavares (malandro carioca bêbado) e muitos outros personagens fizeram muitas noites alegres de muitos brasileiros, inclusive eu.
Ao mestre do Humor Chico Anysio meu muito obrigado, vai-se o corpo fica a obra.
Algumas frases de Chico Anysio:
- “As mulheres estão descobrindo que mulher é bom – coisa que os homens já sabem há séculos”.
- “Quem é casado há quarenta anos com dona Maria não entende de casamento, entende de dona Maria. De casamento entendo eu, que tive seis”.
- “O brasileiro só tem três problemas: Café, almoço e jantar”.
- “Claro que eu tenho depressão. Tive seis mulheres, nove filhos e dez netos. Se eu não tivesse depressão, teriam de me internar, porque eu seria um psicopata”.
- “No Brasil de hoje, os cidadãos têm medo do futuro. Os políticos têm medo do passado”.
- “Quando vejo os meus filhos, dou um sorriso e digo para mim: “é isso aí, velho Chico, você trabalhou bem”.
- “Não sou consumidor de maconha porque sofro de depressão. Mas pior do que ela é o maldito do cigarro, que me causou um infarto. Me arrependo enormemente de ter fumado durante 40 anos”.
- “Penso na morte menos do que ela pensa em mim”.
- “Não tenho medo de morrer. Tenho pena”.
- “Tenham paciência: o futuro é hoje”.
- “Se eu estivesse desencantado da vida, acordar seria um tormento. Sou apaixonado pela vida e agradecido pelo que me foi dado”.
Século XXI – Brasil Colônia?
Posted by Eduardo Augusto dos Santos in Profissional on 21 de março de 2012
Já tenho falado neste blog de nossas dificuldades (brasileiros) atuais de nos adaptarmos as novas condições e oportunidades que estão se apresentando neste novo Brasil
Ao ler o artigo abaixo do Marco Aurélio Militelli, Consultor Empresarial, resolvi compartilhar com todos para que reflitam sobre essa realidade que ainda está aos nossos pés, mas que logo, logo vai estar chegando a nossas bocas, narizes e vai nos afogar se nada fizermos.
É HORA DE MUDAR de comportamento e enfrentar essa realidade e transformarmos essa ameaça em oportunidades.
O texto pode parecer grande, mas trás uma visão ampla e conceitual que é muito importante que todos se concietizem deste momento especial (para o bem e para o mal).
Boa leitura.
Marco Aurélio Militelli é consultor de empresas há mais de 25 anos e diretor-presidente da MILITELLI Business Consulting. Especialista em estratégia empresarial, projetos e processos para modelagem e estruturação de negócios, reestruturação, planejamento e expansão empresarial, franchising, licenciamento, processos de fusão, cisão, incorporação e aquisição de empresas.
Século XXI – Brasil Colônia?
Entre os séculos XVI e XVII o Brasil era regido pelas leis de Portugal, visto que éramos uma colônia à época, ou colônia do Império Ultramarino Português.
Nessa época nossa economia se fundamentava na venda de minerais extraídos de nossos solos e de produtos agrícolas. Nossa produção era vendida para a Europa principalmente. Como colônia éramos proibidos de produzir qualquer produto manufaturado que viesse a concorrer com produtos manufaturados na Inglaterra, devido a um acordo comercial/político feito à época. Em troca de proteção dos Ingleses ante às possibilidades de invasão e pilhagem de outros países, os portos Portugueses e de suas colônias foram abertos para os produtos industrializados Ingleses. O Brasil exportava produtos primários e importava os produtos beneficiados pelas indústrias Inglesas.
Estamos no século XXI. Muitas coisas aconteceram desde então com nosso querido país, entre elas a declaração de independência de Portugal. Fomos considerados (talvez ainda sejamos) o celeiro do mundo, pela potencialidade de produção de alimentos e de nossos recursos naturais. Nossa agricultura se desenvolveu muito, assim como nossas indústrias e muitas outras coisas. Hoje o Brasil é considerado de grande relevância no cenário econômico internacional a ponto de ser classificado entre as principais economias do mundo.
Nossa pauta de exportações está baseada em produtos diversos. Os principais produtos exportados são minério de ferro, petróleo bruto, soja, carne, açúcar e café, ou seja, produtos agrícolas e provenientes de extração mineral (hoje chamamos de commodities). Isso não seria um problema se ao mesmo tempo a indústria de transformação nacional estivesse se desenvolvendo, pelo menos no ritmo de crescimento de nossa economia, para atender a demanda interna de consumo através de sua produção própria. O que estamos testemunhando atualmente não é isso.
Apesar de a economia brasileira apresentar crescimento frente a uma recente desaceleração de outros países, do consumo das famílias brasileiras estar crescendo e de haver uma ascensão do consumo de pessoas menos privilegiadas economicamente, grande parte de produtos manufaturados, inclusive os de consumo, são importados, visto que as indústrias brasileiras não têm condição de competir com o preço de seus concorrentes importados, quer seja por condições estruturais brasileiras, tributárias, financeiras ou cambiais.
Um cliente de meu escritório, industrial, fez uma pesquisa de preços de produtos similares aos que produz aqui no Brasil junto a fornecedores internacionais de países diversos. Alguns produtos de sua indústria que apresentam margem bruta negativa de custo para produção, ou seja, dão prejuízo para serem produzidos, podem ser importados por preços até 70% mais baixos que os dele. Colocados aqui no Brasil. Com todos os impostos pagos. E como ele vários outros se encontram na mesma situação. A questão, portanto, não se restringe à taxa de juros e câmbio apreciados, o problema é estrutural advindo de um posicionamento estratégico do Brasil com prevalência do foco exclusivamente político em detrimento à sustentabilidade de longo prazo do país como nação dentro de um contexto mundial de acirrada competição de mercado.
Os principais frutos de nossa exportação atualmente são advindos de uma estratégia governamental de muitos anos atrás, em que se investiu pesado em tecnologia agrícola e se pretendeu eliminar a dependência de produtos fundamentais importados. Qual seria a estratégia de nosso governo atualmente? Seria a ascensão de classes menos favorecidas e a partir daí fomento do consumo das famílias? OU isso deveria ser uma consequência de ações diversas voltadas para o crescimento do país como um todo?
A consequência dessa postura, como já estamos vivenciando, é o retrocesso do país em alguns séculos no que diz respeito a fatores chave para manutenção de nossa independência e produção nacional. Como se diz no jargão popular de mercado, não existe almoço grátis, a conta vai chegar. Quem vai pagar seremos nós os brasileiros.
O que vejo atualmente é a prevalência de decisões somente voltadas para resultados de curto prazo. Esse movimento do curto prazo protela investimentos fundamentais para a sustentabilidade empresarial, maximiza o fluxo de caixa nas empresas e dessa maneira privilegia os altos executivos. Esse mesmo movimento em países privilegia seus dirigentes. Há que haver ações visando sustentabilidade futura em prol da produção nacional. Mudança de posicionamento estratégico exige coragem, determinação e visão de longo prazo, pois os frutos de estratégia bem posicionada são colhidos muito tempo após serem plantados. Vimos plantando vento nos últimos anos e as primeiras safras não estão boas para a indústria de transformação nacional.
Nesse meio tempo empresários do setor industrial, que ainda estão à frente de suas empresas, se veem obrigados, por conta de sua sobrevivência, a substituírem a atividade de produção para ingressar no setor de representação e distribuição de produtos internacionais, em sua maioria de origem asiática. Bem vindos ao Brasil do século XXI.
Se ele te diz que te ama, ele te ama?
Posted by Eduardo Augusto dos Santos in Amor on 8 de março de 2012
♥
Se ele te diz que te ama, ele te ama?
Quando uma mulher diz que te ama, ela te ama.
Aí reside a diferença de sexo. Saber-se amado é uma coisa, mas sentir-se amado é outra.
Toda mulher sonha com um amor, mas sabe que é muito mais do que beijos, sexo e verbalização.
Toda mulher quer além de tudo isso um pacto de eternidade, um pacto mesmo que silencioso que mantenha essa caminhada conjunta nem que um dia o destino venha dividir essa estrada em duas.
A mulher para se sentir amada precisa que o companheiro tenha real interesse na vida dela, que zele pela sua felicidade, que se preocupe e sugira novos caminhos quando as coisas não estão dando certo, que esteja disposto a ouvi-la em suas dúvidas e que a sacuda quando estiver “viajando”, delirando.
Ser amada é ter sua solidão respeitada, sentir-se aceita como ela é, saber que não tem assunto proibido, que tudo tem que ser dito e compreendido, sentir-se segura para ser exatamente como é, sem ter que inventar uma personagem para poder viver a relação.
A mulher sente amada quando seu companheiro não concorda, mas escuta; não grita, mas fala; não braveja, mas suspira.
Companheiros agora entendam nesse dia Internacional das Mulheres, precisamos de uma vez por todas entender, que o significado dessas três palavrinhas, EU TE AMO, para uma mulher quer dizer muito mais.
Parabéns a todas as Mulheres no seu dia.
Formar ou informar?
Posted by Eduardo Augusto dos Santos in Filosofia on 7 de março de 2012
“O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer”. Albert Einstein
Vivemos um momento muito estranho.
Não consigo entender o modelo de educação atual.
Verdade que uns 15 anos atrás numa visita de reconhecimento de um hotel fazenda para realizar um treinamento empresarial encontrei um antigo e vitorioso educador paulista que estava desfrutando de sua aposentadoria (era dono do local), sentado numa varanda a beira do lago me alertou.
Quando perguntei por que tinha vendido suas escolas tão prestigiadas ele me respondeu:
“- Eduardo, na minha época escola formava agora ela apenas informa e eu sei formar pessoas”.
Rapidamente entendi a mensagem, e vejam que ainda não estávamos vivendo proliferação da era da comunicação com seus Facebook, Google, iPad, iPhones, etc.. onde a informação está toda disponível muita mais que um professor pode fornecer.
Até essa época os professores eram respeitados e levavam o conhecimento, mas acima de tudo ajudavam a família na formação do indivíduo e muitas vezes eram os únicos a transmitirem disciplina, ética, moral, confiança, trabalho em equipe, competitividade, etc.
Quando esse assunto é levantado dizem que tem a ver com liberdade e tal, mas é muito estranho. Nunca na minha vida senti falta de liberdade por ser educado da forma antiga pelo contrário.
Na minha época de criança, com 10/12 anos, apenas pensava nas horas vagas jogar futebol e aos domingos ir à matinê para ver a continuação do seriado e aos 14/15 nos bailinhos nas garagens de domingo ou ir ao cinema com alguma namoradinha.
Como na minha família tomávamos café da manhã, almoçávamos e jantávamos juntos meus pais tinham diferentes maneiras de descobrir se algo não ia bem comigo. Hoje os pais o máximo que conseguem é saber se algo vai errado na rede social ou no celular um ano depois.
Neste exato momento estou voltando do supermercado e tive um exemplo disso tudo dito aí em cima. Estava no caixa esperando o garoto auxiliar do caixa ver o código correto de uma fruta quando a caixa (uma garota de uns 25 anos) me chamou atenção para uma garotinha sentada quietinha perto das caixas de bombons esperando a mãe e me disse: “Que bonitinha se fosse a minha já estava pegando a caixa e comendo chocolate, queria que ela fosse assim”.
Por acaso a mãe da garotinha era uma estrangeira.
E é fácil de entender. Hoje você convida um amigo com filhos para visitar sua casa e já sabe que vai ter problemas. Quebram coisas, riscam a parede branquinha, derrubam Coca Cola no tapete novo e o máximo que os pais falam é: “não faz isso filhinho”. Mais à frente com voz de criancinhas falam aos filhos: “você quer comidinha?”. Após um não categórico se justificam: “ele não está com fome”.
Essas crianças estão crescendo sem saber o que é perder, sem saber o que é receber um “não. O único que ainda desafia essa criança é o professor e que está passando maus bocados na sala de aula. Hoje é normal um pirralho de cinco anos levantar a mão e com dedos em riste falar para a professora: “não gosto de você, vou contar para minha mãe” ou pior ainda “vou te matar”. Onde já se viu uma coisa dessas? E nada pode ser feito para ensinar essa criança como deve se comportar porque qualquer coisa que o professor falar pode virar contra ele numa ação dos pais.
Em conversa com professores amigos recolhi essa história: “outro dia uma mãe me mandou um bilhete enorme tentando-me “comprar” (convencer) que eu deixasse a filha dela a fazer tal coisa que eu não deixe e, pois a filha dela não gosta de ser contrariada. Oras não deixei e não deixo porque tem hora para tudo e não era aquele o momento correto”. E continuou: “a mãe não quer receba a palavrinha não. Na reunião de Pais do inicio deste ano quando foram explicadas as regras como seriam as tarefas de casa, uma vez por semana para um determinado nível e duas vezes na semana para um nível acima teve pais que questionaram, pois acham errado ir tarefa para casa que é muita coisa para as crianças”.
Os pais hoje colocam que querem proteger quando na realidade não querem trabalho, não querem o compromisso, não ajudam a formá-los para o futuro. Pode uma coisa dessas.
As escolas estão discutindo a mais de 10 anos um novo modelo de aprendizado e não chegam nunca a lugar nenhum. Os alunos acham os professores uns chatos, os professores desanimados e com medo não amam mais o que fazem (até amam, mas não sabem até quando), os pais não vão a reuniões de acompanhamento de seus filhos e quando vão é para defender os filhos contra os professores. Os pais não estão ajudando na formação dos filhos com medo de serem taxados de autoritários.
Hoje os pais compram o silêncio dos filhos com vídeos games, celulares, computadores ou outro objeto de valor do momento.
De repente estamos criando uma geração de mimados que quando vão ao mercado de trabalho querem continuar no mesmo ritmo.
Entrevisto estudantes que a primeira coisa que querem saber o que darei a eles para escolherem a minha empresa. Todos começam dizendo que estão em outros processos de seleção e que dependendo da minha proposta escolhem a minha empresa.
Estamos vivendo um momento excepcional no Brasil com baixos índices de desemprego, com uma enorme imigração de talentos. No ano passado receberam visto para trabalhar no Brasil, segundo dados divulgados, mais de 1.500.000 (um milhão e quinhentos mil) estrangeiros fora os imigrantes ilegais que atravessam a fronteira e os sul americanos que não precisam de visto. Eles vem para recomeçar uma vida com gás todo e com muita disciplina.
Criando uma geração de “mimados” eles não sobreviverão à disputa no mercado de trabalho e vamos acabar vendo brasileiros “varrendo rua” enquanto os estrangeiros estarão ocupando os cargos que deveriam ser nossos.
PAIS, GOVERNANTES, é HORA DE MUDAR ou seremos todos engolidos pela falta de formação.
A Dama de Ferro
Posted by Eduardo Augusto dos Santos in Filosofia, Profissional on 21 de fevereiro de 2012
Apesar de a crítica insistir que o filme não representa a grandeza do que foi Margareth Thatcher – “A Dama de Ferro” achei muito interessante a abordagem dada mostrando o “depois do poder”.
Ainda viva em Londres, o filme mostra a doença e a solidão da ex-premiê britânica que comandou a Inglaterra com “mãos de ferro” por mais de uma década.
Se há erros na cronologia histórica ou mesmo na avaliação da importância política o filme dá uma visão da fragilidade da protagonista e a falta de caráter da sociedade atual e sua indignação de viver nestes dias.
Mostra como uma filha de um pequeno comerciante do interior chega a ser a mulher mais poderosa dos anos 1980. A superação dos preconceitos numa sociedade controlado totalmente pelos homens ela supera tudo, mantendo-se firme nas suas decisões polemicas tornando-se ora odiada e ora idolatrada.
Claro que uma figura como essa sempre tem vários ângulos a serem explorados, mas “o depois” achei bem colocado. Vale à pena assistir.
Impossível falar do filme e esquecer-se de mencionar o espetacular desempenho de Meryl Streep. Irreconhecível toda envelhecida e escondida atrás de prótese dentária um show de interpretação. Minha favorita ao Oscar.
Título original: The Iron Lady
Diretora: Phyllida Lloyd
Gênero: Biografia
Origem: Reino Unido, França
Ano: 2011










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